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Dólar vai acima de R$ 5,15 com receio de desaceleração global

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***ARQUIVO***São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dados sobre a economia chinesa refletindo a volta das restrições de mobilidade com a nova onda de Covid-19 no país fazem com que os mercados iniciem o primeiro pregão da semana novamente em tom de maior aversão ao risco.

As ações das principais Bolsas globais e no Brasil oscilam com perdas significativas, enquanto o dólar volta a se valorizar frente ao real nesta segunda-feira (9).

Por volta das 12h05, o dólar comercial avançava 1,39% ante a moeda local, negociado a R$ 5,1450 para venda. Na máxima do dia, a divisa americana chegou a bater em R$ 5,1550.

"O movimento é uma combinação de política monetária mais rígida nos Estados Unidos e uma onda de aversão ao risco estimulada por bloqueios na China e pelo prolongamento da Guerra da Ucrânia", apontam os analistas da XP.

Na Bolsa de Valores brasileira, o índice amplo de ações Ibovespa registrava baixa de 2,23%, aos 102.794 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P cedia 2,33% e o Dow Jones tinha perdas de 1,68%. O Nasdaq, com maior concentração de ações de tecnologia, recuava 3,52%.

A venda de ações também predomina nas principais Bolsas na Europa, com queda de 1,75% do FTSE-100, de Londres e de 2% do CAC-40, de Paris. Na Ásia, o Nikkei, de Tóquio, fechou em queda de 2,53%, e o Hang Seng, de Hong Kong, desvalorizou 3,81%.

Após o sentimento de maior pessimismo prevalecer nos mercados na semana passada pelos receios de um aperto da política monetária mais agressivo nos Estados Unidos, nesta segunda dados considerados fracos de exportações da China prevalecem sobre o humor dos investidores em escala global.

As exportações do gigante asiático em dólares cresceram 3,9% em abril na comparação com o mesmo período do ano passado, uma forte desaceleração em relação ao avanço de 14,7% em março. Foi o ritmo mais lento desde junho de 2020.

"O resultado reflete tanto os bloqueios por coronavírus no país, que dificultam o comércio exterior, quanto o enfraquecimento da demanda global", dizem os analistas da XP.

Os números fracos mostram que o setor comercial da China, que responde por cerca de um terço do PIB (Produto Interno Bruto), está perdendo força à medida que lockdowns em grandes centros como Xangai afetam as cadeias de abastecimento, aumentando os riscos de uma desaceleração mais profunda na segunda maior economia do mundo.

Em uma sessão marcada pela maior cautela do mercado com o ritmo da atividade econômica global, o preço do petróleo registrava depreciação de 4,2%, enquanto o preço do minério de ferro oscilava em baixa de 4,8%.

MERCADO LOCAL

Na Bolsa brasileira, as exportadoras de commodities Vale e Petrobras e os papéis do Itaú contribuem para a queda do Ibovespa nesta segunda-feira.

As ações ordinárias da estatal recuavam 3,47% e as preferenciais cediam 2,15%, após a empresa anunciar aumento do preço médio do diesel de 8,87% nas suas refinarias, com o valor do combustível para distribuidoras passando a valer R$ 4,91 por litro, a partir de terça-feira (10).

Já os papéis da Vale, pressionados pelo mau humor sobre os rumos da economia chinesa, tinham desvalorização de 3,81%.

No setor financeiro, as ações do Itaú registravam perdas de 2,86%, após o banco ter reportado mais cedo lucro de R$ 7,36 bilhões no primeiro trimestre do ano.

Apesar das vendas, os números apresentados pela instituição financeira vieram dentro das expectativas dos analistas de mercado.

Presidente do Itaú, Milton Maluhy Filho afirmou estar nos planos do banco vender uma fatia da participação de 11,36% adquirida na XP no final de abril. ​

As ações do BTG Pactual, que anunciou mais cedo lucro recorde de R$ 2,06 bilhões de janeiro a março, cediam 1,05%.

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