Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.123,85
    -3.459,16 (-3,05%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.925,52
    -673,01 (-1,30%)
     
  • PETROLEO CRU

    74,43
    -0,86 (-1,14%)
     
  • OURO

    1.736,90
    -0,60 (-0,03%)
     
  • BTC-USD

    41.804,92
    -714,80 (-1,68%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.032,01
    -25,14 (-2,38%)
     
  • S&P500

    4.352,63
    -90,48 (-2,04%)
     
  • DOW JONES

    34.299,99
    -569,38 (-1,63%)
     
  • FTSE

    7.028,10
    -35,30 (-0,50%)
     
  • HANG SENG

    24.327,93
    -172,46 (-0,70%)
     
  • NIKKEI

    29.369,19
    -814,77 (-2,70%)
     
  • NASDAQ

    14.837,75
    +73,00 (+0,49%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3442
    +0,0016 (+0,03%)
     

Dólar tem se comportado melhor mas credibilidade fiscal segue no radar, diz Campos Neto

·1 minuto de leitura
Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto participa de coletiva de imprensa

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, avaliou nesta quarta-feira que o dólar tem se comportado melhor, mas que os agentes econômicos seguem atentos a sinais sobre o comprometimento do governo com a sustentabilidade fiscal.

"A gente começa a ver agora um fluxo cambial maior, o dólar tem se comportado melhor nos últimos meses em torno desse nível", disse ele, em audiência pública na Câmara dos Deputados.

"E se de fato o Brasil conseguir atingir credibilidade com um dólar desvalorizado, com exportações, com preço de commodities --lembrando que nós exportamos muito commodities--, esse fluxo deve fazer o dólar voltar a um equilíbrio mais baixo, mas temos um tema de credibilidade. A gente tem tido uma oscilação grande entre entrada e saída de acordo com o que os agentes econômicos entendem o que é o futuro do país", completou.

Ele pontuou que o Brasil tem volume grande de reservas internacionais, mas que as intervenções são feitas quando o BC entende que há falta de liquidez no mercado.

Segundo Campos Netos, ao somar o efeito da alta de commodities e da alta do dólar o impacto sobre a inflação foi grande no ano passado e segue sendo relevante neste ano.

(Por Marcela Ayres)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos