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Dólar tem pouca alteração após disparada da véspera

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*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017 - Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017 - Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar oscilava entre estabilidade e leve alta nesta quarta-feira (8), fazendo uma pausa depois de subir com força na última sessão, conforme investidores aguardavam os próximos passos de política monetária dos principais bancos centrais do mundo e avaliavam as perspectivas fiscais do Brasil.

Às 9h12 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,25%, a R$ 4,8861 na venda.

Na B3, às 9h12 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,30%, a R$ 4,9185.

Na véspera, a moeda norte-americana à vista saltou 1,63%, a R$ 4,8741 na venda.

Nesta terça-feira (7), a forte alta da moeda americana foi gerada pela preocupação de investidores com a proposta do governo de reduzir impostos federais e ressarcir estados que aceitarem zerar o ICMS sobre os combustíveis.

A divisa avançou 1,41%, cotada a R$ 4,8740 na venda, o maior valor de fechamento desde 19 de maio. No decorrer do pregão, o dólar chegou a valer R$ 4,9340.

O real teve o pior desempenho frente ao dólar entre as principais moedas globais e, na comparação entre os países emergentes, só não caiu mais do que o rublo russo.

Na Bolsa de Valores brasileira, o índice Ibovespa recuou 0,11%, a 110.069 pontos, em um dia de pouca oscilação e de volume de negociações considerado baixo --aproximadamente R$ 20,9 bilhões.

O cenário doméstico foi apontado como o principal responsável pela alta do dólar, após o presidente Jair Bolsonaro (PL) ter afirmado na véspera que o Executivo está disposto a zerar impostos federais cobrados sobre gasolina, gás, etanol e diesel em troca de uma redução da carga cobrada pelos entes federativos, que seriam ressarcidos pelo governo federal.

Rodrigo Moliterno, chefe de renda variável da Veedha Investimentos, comentou que a "leitura feita pelo mercado é que o risco fiscal se torna iminente" em um cenário em que "tudo é possível com o governo tentando reverter a sua impopularidade".

Moliterno destacou outros efeitos colaterais da discussão sobre os combustíveis no mercado de ações brasileiro.

No caso da Petrobras, cujos papéis mais negociados subiram 1,19%, investidores passaram a avaliar que a gestão Bolsonaro apostará em medidas econômicas para conter a alta dos combustíveis, em vez de interferir diretamente na gestão da companhia.

Nos ramos de tecnologia e varejo, que são mais vulneráveis à inflação e aos juros altos, a preocupação fiscal provocou baixas. A Magazine Luiza mergulhou 3,24%. Também figuraram entre as principais quedas as ações de Cielo (-4,28), Soma (-4,14%) e Positivo (-4,07%).

Respondendo à expectativa de alta do minério de ferro com a redução das restrições à atividade econômica para contenção da Covid na China, a Vale subiu 2,34%.

No mercado de juros de curto prazo, a taxa DI (Deposito Interbancários) subiu 35 pontos-base no encerramento do dia, a 13.480 pontos (13,48% ao ano).

No exterior, o mercado americano fechou com seus principais índices no azul, apesar das preocupações com a inflação que continuam pressionando a alta dos juros de longo prazo no país.

O indicador de referência da Bolsa de Nova York, o S&P 500, subiu 0,95%. O Dow Jones ganhou 0,80%. O mercado focado em tecnologia acompanhado pelo índice Nasdaq avançou 0,94%.

"Dia de cautela nos mercados, com os investidores se preparando para a decisão do Banco Central Europeu na quinta-feira (9) [sobre o aumento da taxa de juros diante da alta da inflação na região] e do CPI [índice de inflação] dos Estados Unidos na sexta-feira (10)", destacou Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura.

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