Mercado abrirá em 3 h 23 min
  • BOVESPA

    110.611,58
    -4.590,65 (-3,98%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.075,41
    +732,87 (+1,58%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,36
    +0,31 (+0,48%)
     
  • OURO

    1.699,90
    +21,90 (+1,31%)
     
  • BTC-USD

    54.128,42
    +4.378,42 (+8,80%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.092,98
    +68,77 (+6,71%)
     
  • S&P500

    3.821,35
    -20,59 (-0,54%)
     
  • DOW JONES

    31.802,44
    +306,14 (+0,97%)
     
  • FTSE

    6.740,23
    +21,10 (+0,31%)
     
  • HANG SENG

    28.773,23
    +232,40 (+0,81%)
     
  • NIKKEI

    29.027,94
    +284,69 (+0,99%)
     
  • NASDAQ

    12.543,25
    +246,00 (+2,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,9831
    +0,0233 (+0,33%)
     

Dólar tem pequena queda e fecha dia vendido a R$ 5,37

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*
·1 minuto de leitura

Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar zerou a queda acumulada até o início da tarde e terminou com leve baixa. A bolsa de valores chegou a superar os 120 mil pontos em boa parte da sessão, mas reverteu os ganhos e fechou com perdas.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (8) vendido a R$ 5,373, com recuo de R$ 0,011 (0,21%). A divisa chegou a cair para R$ 5,30 na mínima do dia, por volta das 14h, mas não sustentou o ritmo de queda após declarações dos presidentes da Câmara e do Senado sobre um eventual retorno do auxílio emergencial.

O mercado de ações também teve reversão de expectativas. O índice Ibovespa, da B3, fechou a sessão aos 119.696 pontos, com recuo de 0,45%. O indicador aproximou-se dos 121 mil pontos na máxima do dia, por volta das 12h45, mas recuou a partir das 15h, até encerrar em queda.

Pela manhã, o dólar caía e a bolsa subia após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, anunciar que pautará o projeto de autonomia do Banco Central (BC) para amanhã (9) e dizer que encaminhará a proposta de reforma administrativa à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. O clima, no entanto, mudou durante a tarde, com a indefinição sobre o retorno do auxílio emergencial.

Durante a tarde, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que não se pode condicionar a recriação do benefício a reformas que compensariam o aumento de despesas. Também à tarde, o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou existir um acordo com Lira e o presidente Jair Bolsonaro para uma nova rodada do auxílio.