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Dólar tem pausa na alta da cotação: mercado analisa ata do Copom

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*ARQUIVO* São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
*ARQUIVO* São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar abriu esta terça-feira (10) com leve queda frente ao real, à medida que a moeda norte-americana pausava um rali recente no exterior, embora temores sobre intensificação do aperto monetário nos Estados Unidos e uma desaceleração econômica global continuassem no radar.

No Brasil, investidores digeriam a ata da última reunião de política monetária do Banco Central, em que a autarquia repetiu sinalização anterior de que vai promover alta inferior a 1 ponto percentual nos juros em seu próximo encontro e alertou para riscos econômicos e uma deterioração inflacionária.

Às 9h06 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,15%, a R$ 5,1475 na venda.

Na B3, às 9h06 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,36%, a R$ 5,1795.

Na véspera, a moeda norte-americana spot saltou 1,62%, a R$ 5,1554, máxima desde 15 de março (R$ 5,1584).

Na véspera, as principais Bolsas de Valores globais tiveram perdas expressivas, refletindo o aumento do temor com uma recessão global, após a divulgação de dados fracos de exportações chinesas.

O dólar, por sua vez, voltou a se valorizar frente ao real e fechou na sessão passada com ganhos de 1,61% ante a moeda local, negociado a R$ 5,1560 para venda. Na máxima do dia, a divisa americana chegou a bater em R$ 5,1600.

Já o índice acionário do mercado global FTSE All-World fechou em baixa de 3%, no maior recuo diário desde junho de 2020.

Nos Estados Unidos, o S&P cedeu 3,20% e o Dow Jones teve perdas de 1,99%. O Nasdaq, com maior concentração de ações de tecnologia, recuou 4,29%.

A venda de ações também predominou nas principais Bolsas na Europa, com queda de 2,32% do FTSE-100, de Londres e de 2,75% do CAC-40, de Paris. Na Ásia, o Nikkei, de Tóquio, fechou em queda de 2,53%, e o Hang Seng, de Hong Kong, desvalorizou 3,81%.

No Brasil, o Ibovespa registrou desvalorização de 1,79%, aos 103.250 pontos. Com a queda observada nesta segunda, o Ibovespa zerou os ganhos do ano e passou a acumular perda de 1,5% desde janeiro.

O tombo ocorreu após divulgação de uma alta de 3,9% em dólares das exportações chinesas em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado --uma forte desaceleração em relação ao avanço de 14,7% em março. Foi o ritmo mais lento desde junho de 2020.

Os números fracos mostram que o setor comercial da China, que responde por cerca de um terço do PIB (Produto Interno Bruto), está perdendo força à medida que lockdowns em grandes centros como Xangai afetam as cadeias de abastecimento, aumentando os riscos de uma desaceleração mais profunda na segunda maior economia do mundo.

A esses dados se soma o sentimento de maior pessimismo já observado nos mercados na semana passada, diante dos receios de um aperto da política monetária mais agressivo nos Estados Unidos.

O preço do petróleo não escapou da cautela de investidores com a perda de ritmo da atividade econômica global, caindo 6,5% nesta segunda, enquanto o preço do minério de ferro oscilava em baixa de 4,8%.

Mercado local Na Bolsa brasileira, as exportadoras de commodities Vale e Petrobras e os papéis do Itaú deram sua contribuição para a queda do Ibovespa.

As ações ordinárias da estatal recuaram 4,01% e as preferenciais cederam 2,72%, após a empresa anunciar aumento do preço médio do diesel de 8,87% nas suas refinarias, com o valor do combustível para distribuidoras passando a valer R$ 4,91 por litro, a partir de terça-feira (10).

No setor financeiro, as ações do Itaú registraram perdas de 1,43%, após o banco ter reportado mais cedo lucro de R$ 7,36 bilhões no primeiro trimestre do ano.

Já os papéis do Nubank negociados na Nyse (Bolsa de Nova York) despencaram quase 15% com os receios dos investidores acerca do desempenho da fintech em um cenário de juros mais altos.

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