Mercado abrirá em 2 h 2 min
  • BOVESPA

    110.235,76
    +1.584,71 (+1,46%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.808,21
    +566,41 (+1,20%)
     
  • PETROLEO CRU

    92,72
    +0,79 (+0,86%)
     
  • OURO

    1.806,00
    -7,70 (-0,42%)
     
  • BTC-USD

    24.494,85
    +1.432,71 (+6,21%)
     
  • CMC Crypto 200

    576,33
    +45,11 (+8,49%)
     
  • S&P500

    4.210,24
    +87,77 (+2,13%)
     
  • DOW JONES

    33.309,51
    +535,11 (+1,63%)
     
  • FTSE

    7.485,99
    -21,12 (-0,28%)
     
  • HANG SENG

    20.082,43
    +471,59 (+2,40%)
     
  • NIKKEI

    27.819,33
    -180,63 (-0,65%)
     
  • NASDAQ

    13.419,00
    +27,00 (+0,20%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2600
    +0,0136 (+0,26%)
     

Dólar tem leve queda ante real com mercado à espera do Fed

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
*Arquivo* São Paulo, SP, 24.01.2019 - Dólar tem leve queda ante real com mercado à espera do Fed. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*Arquivo* São Paulo, SP, 24.01.2019 - Dólar tem leve queda ante real com mercado à espera do Fed. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar perdia terreno frente ao real na manhã desta quarta-feira (27), com investidores de todo o mundo trabalhando em modo de espera antes da decisão de política monetária do banco central dos Estados Unidos, o Fed (Federal Reserve), que deve promover novo aumento de 0,75 ponto percentual em sua taxa básica de juros.

Às 9h08 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,27%, a R$ 5,3371 na venda.

Na B3, às 9h08 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,34%, a R$ 5,3400.

O dólar spot fechou a última sessão em queda de 0,38%, a 5,3518 reais, menor valor para um encerramento desde 8 de julho (R$ 5,269).

Nesta terça-feira (26), houve valorização do real devido à força das commodities por expectativas melhores sobre a China. Isso amorteceu as pressões relacionadas à expectativa de alta dos juros nos EUA.

Apesar da valorização da moeda brasileira, a Bolsa de Valores fechou em queda, sem força para se sustentar acima dos 100 mil pontos, contaminado pelo declínio em Wall Street.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,50%, a 99.771 pontos.

O minério de ferro, um dos principais componentes da pauta de exportação do Brasil e que tem a China como seu principal destino, bateu uma máxima em duas semanas.

O país asiático tem produzido notícias mais alentadoras nos últimos dias no campo econômico, alimentando expectativas de aumento de demanda por produtos básicos exportados pelo Brasil.

Outras moedas também perdiam terreno, na véspera da decisão de juros pelo Fed. A expectativa é de nova alta de 0,75 ponto percentual nesta quarta-feira (27).

A alta prevista para os juros americanos irá igualar o aumento aplicado pela autoridade monetária dos EUA em junho, a maior em quase 30 anos.

Taxas de juros mais altas nos EUA aumentam a atratividade da renda fixa americana, estimulando conversão de moedas estrangeiras para o dólar, o que o valoriza.

Em Nova York, o índice de referência S&P 500 caiu 1,15%. As ações de grande valor acompanhadas pelo Dow Jones recuaram de 0,75%. O indicador da Nasdaq perdeu 1,87%.

As ações dos Estados Unidos fecharam em forte queda nesta terça-feira, depois que um alerta de lucro do Walmart derrubou os papéis do varejo e alimentou temores sobre gastos do consumidor.

As ações do Walmart afundaram depois que o varejista cortou sua previsão de lucro para o ano inteiro na segunda-feira. O Walmart culpou o aumento dos preços de alimentos e de combustíveis e disse que precisa cortar preços para reduzir estoques.

O processo de elevação de juros é justamente adotado pelas principais economias mundiais em uma tentativa de desacelerar a inflação que se espalhou pelo globo com a quebra das cadeias de suprimentos durante a pandemia.

Na semana passada, o BCE (Banco Central Europeu) elevou a taxa básica de juros na região em 0,50 ponto percentual, a primeira alta desde 2011.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos