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Dólar tem leve queda ante real com política monetária em foco antes de reunião do BC

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019 - Still de mão segurando cédulas de dólar. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019 - Still de mão segurando cédulas de dólar. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar tinha leve queda frente ao real nesta segunda-feira (1º), com as perspectivas para os juros tanto dos Estados Unidos quanto do Brasil —às vésperas da reunião de política monetária do Banco Central— dominando o foco de investidores, que seguiam de olho em temores internacionais de recessão.

Às 9h06 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,23%, a R$ 5,1609 na venda.

Na B3, às 9h06 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,31%, a R$ 5,2060.

O mercado de ações fechou julho dando sinais de forte recuperação, enquanto o dólar perdeu força com o esfriamento da economia dos Estados Unidos sugerindo a investidores que a política de elevações agressivas de juros no país pode estar chegando ao limite.

Esse contexto beneficia aplicações em renda variável, em desfavor da renda fixa atrelada ao dólar.

No Brasil, o índice Ibovespa subiu 4,69% no mês, o maior crescimento mensal desde março. A recuperação ocorreu após uma queda de 11,5% em junho —o pior desde o mergulho de quase 30% em março de 2020, quando o início da pandemia desnorteou investidores.

No fechamento desta sexta-feira (29), o indicador de referência da Bolsa de Valores brasileira avançou 0,55%, a 103.164 pontos. A melhor pontuação desde 10 de junho foi assegurada pela forte alta das ações de empresas do ramo petrolífero. Entre os principais destaques, os papéis preferenciais da Petrobras dispararam 5,76%.

O desempenho doméstico acompanhou o momento positivo do exterior, principalmente do mercado americano. Em Nova York, o indicador parâmetro S&P 500 saltou 9,11% em julho, atingindo o maior ganho mensal desde novembro de 2020.

No mercado de câmbio brasileiro, o dólar perdeu 1,12% em julho e, com isso, acumula uma queda de 7,22% neste ano.

Na quinta-feira (28), o governo americano informou que o PIB (Produto Interno Bruto) do país caiu a uma taxa anualizada de 0,9% no último trimestre. A expectativa do mercado era uma alta de 0,5%.

A segunda desaceleração trimestral consecutiva da economia dos EUA preenche o critério mais utilizado para classificar uma recessão.

Isso reduziu as apostas de investidores para altas mais agressivas na taxa de juros do Fed (Federal Reserve, o banco central americano).

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