Mercado abrirá em 5 h 24 min
  • BOVESPA

    106.296,18
    -1.438,82 (-1,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.889,66
    -130,44 (-0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,46
    +0,70 (+0,84%)
     
  • OURO

    1.798,60
    +2,30 (+0,13%)
     
  • BTC-USD

    61.856,75
    +724,72 (+1,19%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.453,34
    -49,70 (-3,31%)
     
  • S&P500

    4.544,90
    -4,88 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    35.677,02
    +73,92 (+0,21%)
     
  • FTSE

    7.204,55
    +14,25 (+0,20%)
     
  • HANG SENG

    26.164,38
    +37,45 (+0,14%)
     
  • NIKKEI

    28.600,41
    -204,44 (-0,71%)
     
  • NASDAQ

    15.367,75
    +26,75 (+0,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5831
    +0,0023 (+0,03%)
     

Dólar volta a ganhar fôlego e se aproxima de máximas com piora externa após inflação nos EUA

·2 minuto de leitura
Dólar tem leve alta contra real antes de dados de inflação dos EUA

Por Luana Maria Benedito

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar acelerava a alta e se aproximava das máximas acima de 5,27 reais alcançadas logo após a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos na manhã desta quarta-feira, cujos números mais altos causavam amplo movimento de saída de ativos de risco e empurravam a moeda norte-americana para cima de forma generalizada.

Os preços ao consumidor nos EUA subiram mais do que o esperado em abril, uma vez que a crescente demanda em meio à reabertura da economia encontrou restrições de oferta. Dados do Departamento do Trabalho norte-americano mostraram que o índice da inflação ao consumidor subiu 0,8% no mês passado, resultado bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters, de alta de 0,2%.

Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o índice saltou 0,9%, leitura também acima da projeção em pesquisa de alta de 0,3%.

Às 12:39, o dólar avançava 0,74%, a 5,2626 reais na venda. Logo após as 9h30, horário da divulgação dos números de inflação nos EUA, a cotação deu um salto, saindo de 5,2290 reais para uma máxima intradiária de 5,2735 reais (+0,95%).

O dólar até chegou a devolver os ganhos posteriormente, virando para queda de 0,24%, a 5,2116 reais. Mas os mercados externos voltaram a piorar o sinal, o que aumentou a busca pela segurança da divisa norte-americana, que saltava 0,55% em relação a uma cesta de pares.

O dólar subia entre 0,5% e 1,7% contra uma lista de importantes pares do real.

Em post no Twitter, a Infinity Asset destacou que o cenário expresso pelo relatório "incrementa temores de retirada dos estímulos por parte do Fed, ainda que o mesmo cite o choque como 'temporário'".

Desde que a maior economia do mundo começou a dar sinais de reabertura, o banco central dos Estados Unidos tem repetido sua promessa de manter intacta a política monetária expansionista, estabelecendo o pleno emprego e a consolidação de sua meta de inflação como condições para um aperto monetário.

Apoiando apostas de que o Federal Reserve não elevaria os juros ante seu patamar próximo a zero e manteria seu ritmo de compras de ativos por um bom tempo, um importante relatório de emprego norte-americano divulgado semana passada veio bem abaixo do esperado.

Mesmo assim, os mercados monetários dos EUA precificam agora 100% de probabilidade de o Fed elevar os juros em 25 pontos-base até dezembro de 2022, contra 88% antes dos dados de inflação.

Um cenário de juros mais altos nos EUA tende a prejudicar moedas emergentes, uma vez que investidores abrem mão de ativos de risco e migram para mercados em dólar.

O dólar spot fechou a terça-feira em queda de 0,17%, a 5,2241 reais na venda.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos