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Dólar tem alta nesta terça-feira com tensão entre EUA e China

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*ARQUIVO* São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
*ARQUIVO* São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar subia frente ao real nos primeiros negócios desta terça-feira (2), com tensões crescentes entre Estados Unidos e China afetando o sentimento de risco internacional, enquanto investidores locais aguardavam a conclusão da reunião de política monetária de dois dias do Banco Central.

Às 9h07 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,43%, a R$ 5,1996 na venda.

Na B3, às 9h07 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,11%, a R$ 5,2440.

Apesar do desempenho fraco das ações de grandes exportadores, o mercado de câmbio brasileiro fechou perto da estabilidade na véspera. O dólar comercial à vista subiu 0,07%, cotado a R$ 5,1770.

A Bolsa de Valores brasileira começou agosto em baixa após ter fechado julho com forte recuperação. Além de um movimento de ajuste, com investidores embolsando lucros do mês passado, também pesou para a queda do mercado doméstico nesta segunda-feira (1º) o desempenho negativo do setor de commodities. O segmento foi prejudicado por dados mais fracos da economia da China.

O Ibovespa, índice de referência da Bolsa, caiu 0,91%, a 102.225 pontos.

Uma pesquisa privada realizada pelo Caixin e divulgada nesta segunda mostrou que a atividade industrial cresceu mais lentamente do que o esperado em julho, depois de ter melhorado em junho, quando foram levantados os lockdowns generalizados contra a Covid.

Uma pesquisa oficial divulgada no domingo já havia indicado que o setor realmente contraiu no mês passado, reportou a Reuters.

O barril do petróleo Brent caiu 9,07%, a US$ 100,03 (R$ 515).

Refletindo a desvalorização da commodity, as ações mais negociadas da Petrobras fecharam com queda de 1,38%. A Vale, que tem na China o principal destino das suas exportações de minério de ferro, caiu 2,39%.

"Após três pregões consecutivos em alta, o Ibovespa realiza e recua nesta segunda, alinhado ao exterior e com a desvalorização das commodities", comentou Leandro De Checchi, analista da Clear Corretora.

Em julho, o Ibovespa subiu 4,69%, o maior crescimento mensal desde março. O movimento esteve alinhado ao do mercado americano. Em Nova York, o indicador parâmetro S&P 500 recuou 0,28% nesta segunda, após ter saltado 9,11% em julho, atingindo o maior ganho mensal desde novembro de 2020.

A alta dos mercados de ações no mês passado é associada por especialistas à perspectiva de que a desaceleração da economia dos Estados Unidos poderá evitar altas mais agressivas na taxa de juros do Fed (Federal Reserve, o banco central americano).

Com menos chances de obter ganhos mais altos com os juros do Tesouro americano, investidores se arriscaram mais no mercado de ações, o que também vem provocando desvalorização global do dólar.

No Brasil, o Copom (comitê de política monetária) do Banco Central divulgará a taxa básica de juros na quarta-feira (3) e uma alta de 0,5 ponto percentual é amplamente esperada, o que levaria a Selic para 13,75% ao ano.

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