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Dólar sobe para R$ 4,9420 e bolsa fecha perto da estabilidade

·4 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019: Cédulas de dólar, moeda oficial americana. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019: Cédulas de dólar, moeda oficial americana. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar fechou em leve alta de 0,28%, a R$ 4,9420, nesta terça-feira (29). O Ibovespa teve queda marginal de 0,08%, a 127.327,44 pontos.

A sessão foi de força da moeda americana no exterior dando respaldo às compras locais em meio a operações típicas de fim de mês e de trimestre.

Além disso, dados nos EUA mostraram disparada na confiança do consumidor do país, o que ajudou o dólar. Um número mais robusto pode sinalizar mais gastos à frente que deixariam a economia mais dinâmica, o que poderia jogar combustível na inflação e o debate sobre redução de estímulos nos EUA.

O índice Nasdaq fechou em uma máxima recorde nesta terça, em alta de 0,19%. O Dow Jones e o S&P 500 terminaram em alta de 0,03% cada um.

A uma sessão do fechamento do mês, o dólar cai 5,40% em junho –a caminho da maior queda mensal desde novembro de 2020 (-6,82%).

No trimestre, a moeda acumula recuo de 12,21%, o mais intenso desde o segundo trimestre de 2009 (-15,80%), quando os mercados domésticos e globais começavam a se recuperar da chacoalhada decorrente da crise financeira que havia estourado no ano anterior.

Em 2021, o dólar cai 4,78%, depois de subir 11,58% até 9 de março, quando estava a R$ 5,79.

Nesta terça, as ações de bancos voltaram a recuar com a proposta de reforma do Imposto de Renda.

O Itaú Unibanco caiu 0,99% e Bradesco, 0,61%, ainda pressionados pelas medidas fiscais apresentadas pelo Executivo, uma vez que bancos estão entre os principais beneficiários da dedutibilidade dos JCP (juros sobre capital próprio), mecanismo que deve acabar se aprovadas as mudanças.

No setor, Banco Inter subiu 4,13%, tendo de pano de fundo recente movimento de aquisições por grupos estrangeiros de participações em fintechs brasileiras.

Desde a sexta (25), quando o Executivo encaminhou a segunda fase da reforma tributária à Câmara do Deputados, o Ibovespa acumulou perda de 1,7%, com o avanço no mês -que registrou novas máximas recordes na primeira semana- passando a 0,88%.

Na proposta enviada, há medidas como alteração na faixa de isenção do IR da para pessoas físicas e redução da alíquota do IR da pessoa jurídica, mas também tributação de dividendos e fim do mecanismo de juros sobre capital próprio.

"Por enquanto, o que está dominando mesmo é a reforma tributária, que foi muito mal recebida", afirmou o estrategista de renda variável da Ouro Preto Investimentos, Bruno Komura.

Apesar de se tratar ainda de uma proposta, em estágio bem inicial, ele afirmou que a sinalização é de que a reforma tende a ser melhor para pessoas físicas, para a classe média, em detrimento das empresas, por isso o Ibovespa acaba sofrendo.

Nesta sessão, Iguatemi recuou 3,74%, em sessão também marcada pela queda de 2,6% de BRMalls e o declínio de 2,74% de Multiplan, que ampliaram ainda mais as perdas desde a apresentação da proposta de reforma tributária. Analistas do BTG Pactual afirmaram que as mudanças podem impactar de forma relevante o setor com o fim do regime de lucro presumido para companhias que têm mais de 50% da receita derivada de aluguéis, como shopping centers.

BRF fechou em queda de 2,95%, no terceiro pregão consecutivo de baixa, conforme analistas começam a questionar o patamar de preço das ações, que dispararam recentemente com mudança na base de acionistas da companhia.

Vale subiu 1,73%, apesar da queda dos futuros do minério de ferro. Em paralelo, a diferença de preço entre o minério de ferro com alto e baixo teores do mineral disparou para o maior nível da história em dólares, sugerindo que siderúrgicas chinesas estão tentando maximizar a produção utilizando o máximo possível do minério de maior qualidade, o que tende a beneficiar a Vale.

CSN ganhou 4,10%, tendo de pano de fundo relatório da Standard & Poor's elevando a nota de crédito da companhia para "BB", com perspectiva positiva, além de estimar Ebitda de R$ 25 bilhões em 2021,

Braskem avançou 5,36%, tendo de pano de fundo expectativas relacionadas à venda da participação de seus controlares. O grupo Novonor, anteriormente conhecido como Odebrecht, prorrogou até 9 de julho o prazo para entrega de propostas não vinculantes pela sua participação na petroquímica, segundo a agência de notícias Reuters.

As ações ordinárias (com direito a voto) da Petrobras se valorizaram 1,37%, encontrando suporte no alta dos preços do petróleo no exterior. As preferenciais (mais negociadas) subiram 0,45%.

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