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Dólar sobe 1,5%, para R$ 5,3540 e bolsa fecha perto da estabilidade

·2 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019: Cédulas de dólar, moeda oficial americana. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019: Cédulas de dólar, moeda oficial americana. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar fechou em alta de 1,47%, a R$ 5,3540, nesta sexta-feira (21). Este é o maior patamar desde 5 de maio (R$ 5,3652) e a mais acentuada valorização diária desde o último dia 12 (+1,55%).

Na semana, o dólar subiu 1,58% –segunda semana consecutiva no azul e a alta mais forte desde a semana finda em 26 de março (+4,68%). Nas semanas seguintes, o dólar emendou seis baixas, vindo a subir nas últimas duas.

Em maio, a moeda reduziu a perda para 1,40%. Em 2021, a cotação sobe 3,16%.

A moeda ganhou força internacional após a divulgação de dados do setor manufatureiro dos Estados Unidos, que mostrou que a atividade industrial americana acelerou no início de maio diante da forte demanda doméstica.

A empresa de dados IHS Markit informou nesta sexta que o seu PMI (Índice de Gerentes de Compras, na sigla em inglês) preliminar de manufatura dos EUA subiu para 61,5 na primeira metade de maio, acima da estimativa do mercado de queda para 60,2, após ter atingido 60,5 na leitura final de abril.

"O dado preliminar de maio consiste no número mais alto desde que a pesquisa foi expandida para envolver todas as indústrias, em outubro de 2009. Em suma, a prévia de maior reflete um crescimento da manufatura, que corresponde a cerca de 11,9% do PIB estadunidense", diz Paloma Brum, analista na Toro Investimentos.

A leitura é que uma economia americana mais fortalecida pode levar a mais inflação e engrossar o coro dos que veem a alta dos preços como elemento que forçará o Fed (banco central dos EUA) a reduzir a oferta de liquidez antes do esperado, o que prejudicaria ativos de renda variável.

Menor liquidez também significa menos dólares no sistema, o que tende a aumentar o preço da moeda. A redução da oferta de dinheiro barato costuma cobrar seu preço de mercados emergentes, que pela fraca poupança interna precisam importar dólares para fechar suas contas.

Nesta sexta, duas autoridades do Fed expressaram desejo de que se comece a debater corte de liquidez.

Em Wall Street, o S&P 500 caiu 0,08% e o Nasdaq, 0,48%. Dow Jones subiu 0,36%.

A Bolsa brasileira acompanhou e o Ibovespa encerrou em leve queda de 0,09%, a 122.592,47 pontos.

O destaque da sessão foi a BRF, que disparou 16,28%, tendo no radar notícias de que a processadora de carne bovina Marfrig tem comprado ações da companhia, maior exportadora global de carne de frango. A Marfrig caiu 5,20%.

Já a Vale recuou 1,54%, em meio à maior queda semanal nos preços de minério de ferro na China desde março.