Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.672,26
    +591,91 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.741,50
    +1.083,62 (+2,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,06
    +2,79 (+2,68%)
     
  • OURO

    1.828,10
    -1,70 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    21.193,72
    +193,61 (+0,92%)
     
  • CMC Crypto 200

    462,12
    +8,22 (+1,81%)
     
  • S&P500

    3.911,74
    +116,01 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    31.500,68
    +823,32 (+2,68%)
     
  • FTSE

    7.208,81
    +188,36 (+2,68%)
     
  • HANG SENG

    21.719,06
    +445,19 (+2,09%)
     
  • NIKKEI

    26.491,97
    +320,72 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    12.132,75
    +395,25 (+3,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5524
    +0,0407 (+0,74%)
     

Dólar salta acima de R$ 5 com temores inflacionários antes de reuniões de BCs

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019 - Still de mãos segurando cédulas de dólar. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019 - Still de mãos segurando cédulas de dólar. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar saltava logo após a abertura desta segunda-feira (13), operando com folga acima da marca psicológica de R$ 5, com os mercados ainda abalados por dados recentes de inflação norte-americanos, em semana que terá como destaques as reuniões de política monetária dos bancos centrais de Brasil e Estados Unidos.

Às 9h08 (de Brasília), o dólar à vista avançava 1,26%, a R$ 5,0521 na venda.

Na B3, às 9h08 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 1,25%, a R$ 5,0795.

A moeda norte-americana spot fechou a última sessão, na sexta-feira (10), em alta de 1,48%, a R$ 4,9892, seu maior patamar para fechamento desde o dia 16 de maio (R$ 5,0507).

Na última sexta-feira, os principais mercados de ações globais registraram forte baixa após a divulgação de preços ao consumidor nos Estados Unidos.

O dia negativo ainda foi reforçado pela retomada de restrições para contenção da Covid na China, ampliando o temor de investidores de que os juros das principais economias globais continuarão subindo em um esforço para frear a inflação mundial.

Em queda durante toda a sessão, o índice de referência da Bolsa de Valores brasileira, o Ibovespa, cedeu 1,51%, a 105.481 pontos, na sexta baixa seguida. Na semana, o índice teve perdas de 5%, a maior queda para o período desde outubro do ano passado.

Entre os destaques negativos do mercado doméstico, as ações ordinárias da Eletrobras desabaram 4,74%, valendo R$ 41,00, um dia após a companhia ter fixado em R$ 42 o preço do papel em uma oferta pública que resultou na sua privatização, movimentando R$ 29,29 bilhões.

Em Nova York, o indicador de referência S&P 500 afundou 2,91%, enquanto o Nasdaq caiu 3,52% e o Dow Jones cedeu 2,73%.

Os principais índices americanos registraram seus maiores declínios percentuais semanais desde a semana encerrada em 21 de janeiro. O Dow Jones recuou 4,58%, o S&P 500 desvalorizou 5,06% e o Nasdaq teve baixa de 5,60% na semana.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos