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Dólar reverte perdas e vai acima de R$5,40 com piora externa

Cédulas e moedas de dólares dos EUA em cofre em um banco em Westminster, Colorado, EUA

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar passou a subir ligeiramente contra o real, depois de mais cedo ter chegado a cair quase 1%, acompanhando piora no desempenho de alguns ativos de risco no exterior conforme investidores avaliavam as perspectivas para o crescimento econômico global antes de decisões de política monetária de grandes bancos centrais.

Às 15:23 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,19%, a 5,4163 reais na venda, rondando os maiores patamares do dia, depois de pela manhã ter recuado 0,99%, a 5,3526 reais, menor valor em uma semana.

Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,06%, a 5,4345 reais.

A recuperação da divisa norte-americana acompanhou uma piora no mercado de ações dos Estados Unidos, cujos principais índices operavam em território negativo, devolvendo fortes ganhos vistos mais cedo. [.NPT]

"As bolsas de Nova York viraram, então é natural que haja uma recomposição de posições lá fora, penalizando os mercados emergentes", disse à Reuters Fernando Bergallo, diretor de operações da FB Capital.

Investidores estavam atentos às perspectivas para a economia global, que se deterioraram nas últimas semanas em meio a temores de que um posicionamento excessivamente duro dos principais bancos centrais no combate à inflação sufoque a atividade.

O Banco Central Europeu (BCE) deve elevar os juros pela primeira vez em mais de uma década na próxima quinta-feira, enquanto o Federal Reserve, dos EUA, provavelmente dará sequência a seu intenso ciclo de aperto monetário em sua reunião da semana que vem, nos dias 26 e 27 de julho.

No mercado de câmbio internacional, o índice do dólar contra uma cesta de rivais fortes seguia em queda nesta tarde, abaixo de picos em 20 anos atingidos na semana passada, apesar da piora em Wall Street.

Estrategistas do Citi disseram em relatório que "o movimento de alta (internacional) do dólar pode estar fazendo uma pausa", mas que o ambiente é de "dólar forte".

(Por Luana Maria Benedito)

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