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Dólar registra volatilidade e Bolsa recua, após BC admitir que cogitou subir mais os juros

·3 minuto de leitura

RIO — O dólar opera com volatilidade ante o real no início do pregão. No cenário interno, os investidores repercutem a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira. O documento mostrou que foi cogitada uma aceleração maior dos juros já na reunião deste mês.

Por volta de 10h30, a moeda americana era negociada a R$ 5,02, ligeira baixa de 0,01%. Após a divulgação do documento, a divisa já registrou altas.

Os membros do comitê concluíram que o melhor seria elevar a Selic em 0,75 ponto percentual, sinalizando um aperto maior na reunião de agosto. Hoje, a taxa está em 4,25% ao ano.

“Considerando os diversos cenários alternativos, o Comitê entendeu que a melhor estratégia seria a manutenção do atual ritmo de redução de estímulos, mas destacando a possibilidade de ajuste mais tempestivo na próxima reunião”, destaca a ata.

Para o estrategista da RB investimentos, Gustavo Cruz, após a ata, a interpretação do mercado é a de um Copom menos permissivo com a inflação e entendendo que seria interessante elevar os juros para uma taxa neutra, próximo a 6,5%, até o final do ano.

— A mensagem que sai dessa ata é que o Banco Central entende que ele realmente terá de levar a Selic até 6,5% e talvez tenha que fazer isso de forma mais rápida caso as projeções de inflação continuem subindo — disse Cruz, destacando que o Boletim Focus da semana elevou novamente a projeção de inflação, mesmo com a perspectiva de mais altas nos juros.

Nos Estados Unidos, os agentes de mercado aguardam fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, Banco Central americano, a um subcomitê da Câmara, na parte da tarde.

Eles procuram pistas a respeito do possível início da retira da estímulos da economia americana.

Ações

Entre as ações, as ordinárias da Petrobras (PETR3, com direito a voto) subiam 0,14% e as preferenciais (PETR4, sem direito a voto), 0,03%.

As ordinárias da Vale (VALE3) avançavam 0,27%.

Juros futuros em alta

A sinalização exposta na ata fez com que os juros futuros subissem nesta manhã, principalmente, os de mais curto prazo.

As taxas dos contratos futuros de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 escalavam de 5,59% no ajuste anterior para 5,7%.

As taxas do DI para janeiro de 2023 passavam de 7,12% para 7,21%; as do DI para janeiro de 2025 avançavam de 8,19% para 8,24%.

As do DI para janeiro de 2027 subiam de 8,64% para 8,67%.

Bolsas no exterior

Na Europa, as bolsas operavam no positivo. Por volta de 10h30, no horário de Brasília, a Bolsa de Londres subia 0,41%. Em Frankfurt e Paris as altas eram de 0,01% e 0,07%, respectivamente.

As bolsas asiáticas fecharam no positivo. O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, subiu 3,12%, praticamente se recuperando das perdas do dia anterior. Na China, houve alta de 0,80%.

A exceção ficou por conta de Hong Kong, com recuo de 0,63%.

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