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Dólar recua frente ao real em pregão de disputa por Ptax e com atenções em fala de Lula

Notas de reais e dólares

(Corrige primeiro parágrafo do texto para esclarecer que o pregão desta quinta-feira é o último do ano, e não o penúltimo.)

(Reuters) - O dólar tinha queda firme frente ao real na manhã desta quinta-feira, no último pregão do ano que tende a ser afetado pela proximidade da formação da taxa Ptax do mês e com o mercado acompanhando também fala do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que deve anunciar a composição completa de sua equipe.

No exterior, os investidores seguem atentos à escalada das contaminações de Covid-19 na China e aguardam ainda dado semanal de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA em busca de pistas sobre ritmo do aperto monetário do Federal Reserve.

Às 10:15 (de Brasília), o dólar à vista BRBY caía 1,1%, a 5,1961 reais na venda, após ter fechado a sessão da véspera em queda de 0,63%.

A Ptax é calculada ao fim de cada mês pelo Banco Central e agentes financeiros costumam tentar direcioná-la para níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas ou vendidas em dólar, o que geralmente eleva a volatilidade.

Os investidores seguem atentos a sinais sobre a política fiscal do próximo governo. Na quarta-feira, o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou em entrevista ao jornal O Globo que a economia precisará se ajustar no primeiro ano do governo Lula, e citou a intenção de promover redução de desonerações e benesses e rever "atos desesperados" logo no primeiro trimestre, antes de focar a formulação de uma nova regra fiscal e na reforma tributária.

Dados do Banco Central desta quinta mostraram que a dívida bruta do país recuou em novembro ao menor patamar em quase três anos, de 74,5% do PIB, puxada por um resgate líquido de títulos e pelo crescimento nominal da atividade.

Ainda nesta manhã, a Fundação Getulio Vargas informou que o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) teve alta de 0,45% em dezembro, abaixo do esperado pelo mercado (+0,54%, segundo pesquisa Reuters). No ano, o índice subiu 5,45%.

(Por Isabel Versiani)