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Dólar recua com incertezas dos principais bancos centrais do mundo

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019 - Still de mão segurando cédulas de dólar. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019 - Still de mão segurando cédulas de dólar. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar abriu esta quarta-feira (29) em queda contra o real, perdendo fôlego depois de fechar a última sessão no maior patamar em quase cinco meses, enquanto participantes do mercado aguardavam a divulgação de dados sobre a economia dos Estados Unidos e discursos de autoridades dos principais bancos centrais do mundo.

No Brasil, o foco continuava sobre a tramitação da PEC dos Combustíveis no Congresso, que recentemente reacendeu temores fiscais.

Às 9h08 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,39%, a R$ 5,2463 na venda.

Na B3, às 9h08 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,45%, a R$ 5,2515.

Na véspera, o Ibovespa fechou em queda de 0,17%, a 100.591 pontos, voltando a frequentar uma região de baixa após altas nas duas sessões anteriores. O tombo acumulado em junho chegou a 9,66%.

A recuperação do mercado doméstico de ações foi prejudicada por dados pessimistas sobre o consumo nos Estados Unidos, que apagaram ganhos obtidos com a redução nas restrições contra a Covid na China.

Em Nova York, o índice de referência S&P 500 caiu 2,01%. O Dow Jones, indicador focado em empresas de grande valor, perdeu 1,56%. O índice do setor de tecnologia Nasdaq mergulhou 2,98%.

A virada para o negativo ocorreu após novos dados do Conference Board mostrarem que o otimismo dos consumidores americanos esfriou em junho, pelo segundo mês consecutivo, conforme cresceram as preocupações com a alta da inflação e o aumento das taxas de juros no país.

Investidores demonstram preocupação quando consumidores passam a esperar a manutenção de um processo inflacionário. No caso específico do momento econômico dos Estados Unidos, isso poderia levar o Fed (Federal Reserve, o banco central americano) a aumentar ainda mais os juros para evitar comportamentos que realimentem a alta de preços.

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