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Dólar recua ante real com melhora no apetite global por risco

*Arquivo* São Paulo, SP, 24.01.2019 - Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)
*Arquivo* São Paulo, SP, 24.01.2019 - Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar abriu em queda contra o real nesta segunda-feira (6), acompanhando melhora no apetite por risco global após a redução de restrições sanitárias na China, em início de semana marcada pela reunião de política monetária do BCE (Banco Central Europeu) e por dados de inflação norte-americanos.

Às 9h04 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,39%, a R$ 4,7592 na venda.

Na B3, às 9h04 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,38%, a R$ 4,7945.

Na última sexta-feira (3) o mercado financeiro reagiu à divulgação do relatório de geração de vagas de trabalho nos Estados Unidos que mostrou crescimento na criação de empregos, ampliando temores sobre a escalada da inflação global.

O índice de referência da Bolsa de Valores do Brasil recuou 1,15% na sessão e consolidou uma baixa semanal de 0,75%, a primeira queda após três semanas consecutivas de ganhos.

O dólar comercial avançou 0,82% na semana passada. No pregão, a divisa americana fechou com ligeira queda diária de 0,16%, cotada a R$ 4,7780 na venda.

A pressão inflacionária mundial é resultado da retomada das atividades econômicas enquanto a oferta de bens e matérias-primas ainda está prejudicada por interrupções no abastecimento provocadas pela pandemia. Situação que se agravou com a guerra na Ucrânia.

Dados robustos sobre a abertura de postos de trabalho podem ser interpretados como sinais de que a política elevação dos juros americanos será mantida, favorecendo aplicações no Tesouro dos EUA.

Além de fortalecer o dólar frente a outras moedas, a alta dos juros tira o apetite de investidores para aplicações mais arriscadas, como é o caso dos mercados de ações.

Após novos dados demonstrarem força do mercado de trabalho, o mercado passou a ver mais indícios de que o Fed (Federal Reserve, o banco central americano) precisará manter em curso o seu aperto monetário para tentar frear a maior inflação no país em 40 anos.

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