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Dólar recua ante real com mercado à espera de dados de inflação dos EUA

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*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017 - Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017 - Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar recuava contra o real nos primeiros negócios desta quarta-feira (13) , em linha com arrefecimento internacional da divisa norte-americana, enquanto participantes dos mercados de todo o mundo aguardavam a divulgação, às 9h30 (de Brasília), de dados de inflação dos Estados Unidos.

Às 9h07 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,31%, a R$ 5,4225 na venda.

Na B3, às 9h07 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,32%, a R$ 5,4495.

Na sessão passada, os temores do mercado acerca de uma recessão das economias dos países desenvolvidos ao longo dos próximos meses voltou a pesar sobre o humor dos investidores, com o dólar tendo uma nova sessão de valorização nesta terça-feira (12). Já as ações nas principais Bolsas globais operaram sem uma clara tendência definida.

As preocupações dos investidores com o choque de energia na Europa fizeram o euro alcançar na véspera a paridade contra o dólar pela primeira vez desde 2002. A moeda do Velho Continente acumula depreciação de cerca de 14% no acumulado de 2022.

No mercado brasileiro, a moeda americana registrou alta de 1,24% frente ao real, negociada a R$ 5,4390 para venda.

Na Bolsa de Valores, o índice amplo de ações Ibovespa oscilou sob intensa volatilidade ao longo de toda a sessão, fechando perto da estabilidade, com leve alta de 0,06%, aos 98.271 pontos, pressionado para baixo por papéis de exportadoras de commodities como Petrobras, mas sustentado no campo positivo pelas empresas de varejo.

Magazine Luiza saltou 11,4%, Via avançou 9,44% e Americanas subiu 8,26%, com dados acima do esperado do setor de serviços e pela expectativa do mercado em relação à aprovação da PEC dos Benefícios, que tende a trazer um fôlego para a renda das famílias.

No mercado americano, as principais Bolsas também tiveram um pregão entre altas e baixas durante o dia, mas fecharam no campo negativo. O S&P 500 recuou 0,92%, o Nasdaq cedeu 0,95% e o Dow Jones teve desvalorização de 0,62%.

DADOS FRACOS NA ALEMANHA EMPURRAM EURO À PARIDADE FRENTE AO DÓLAR

Segundo os analistas da Guide Investimentos, o receio com uma recessão de escala global segue atuando como principal ponto de preocupação para os investidores, uma vez que, se confirmada, poderá trazer uma nova rodada de correção nos preços dos ativos de risco.

Ajudou a reforçar o sentimento de maior cautela os dados divulgados nesta terça na Alemanha.

O índice Zew de sentimento econômico, importante indicador de confiança na economia alemã, despencou 25,8 pontos e atingiu o menor patamar desde a crise do subprime nos Estados Unidos em 2008, aos -53,8 pontos.

"O principal catalisador para tal piora segue sendo a crise energética que a maior economia do bloco europeu vive, que ainda tem como agravante a possibilidade da suspensão das atividades do gasoduto Nordstream I por tempo indefinido pela Rússia", apontam os analistas da Guide em relatório.

Após os números sobre a economia alemã, o euro acentuou as perdas que já vêm desde o início do ano frente ao dólar, chegando a alcançar a paridade ante a moeda norte-americana, o que não acontecia desde 2002.

O mercado chegou a negociar a moeda europeia a US$ 1 às 6h50 de Brasília, com o temor de um agravamento da crise energética na Europa devido à interrupção do fluxo de gás russo. A tensão alimenta os temores de uma recessão na Europa. No fechamento da sessão, a queda do euro contra o dólar perdeu força, com a moeda europeia negociada a US$ 1,0062.

"Em tempos de incerteza e aversão ao risco, o dólar funciona como a grande reserva de valor do mundo. Ou seja, ainda que a economia americana enfraqueça, os agentes econômicos fazem o "flight to safety" (fuga para a qualidade), o que reforça a valorização da moeda em relação aos pares", diz Nicole Kretzmann, economista-chefe da gestora Upon Global Capital.

Ela acrescenta que, dada a perspectiva de que a crise energética na Europa deve se manter por alguns trimestres e que o receio de recessão continuará, o mais provável é que esse cenário de o euro rodando próximo da paridade ante o dólar deve ser o "novo normal" por mais algum tempo.

VOTAÇÃO DA PEC DOS BENEFÍCIOS E SETOR DE SERVIÇOS EM DESTAQUE NO MERCADO LOCAL

No mercado local, a atenção dos investidores seguiu voltada para a votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Benefícios na Câmara dos Deputados.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça o texto-base da PEC que autoriza o governo a criar um vale para caminhoneiros e taxistas, dobrar o valor do Auxílio Gás e ampliar o Auxílio Brasil para R$ 600 até o fim do ano, a um custo estimado em R$ 41,25 bilhões.

O texto-base foi aprovado por 393 a 14 —eram necessários ao menos 308 votos. O texto institui um estado de emergência, permitindo que o presidente Jair Bolsonaro (PL) fure o teto de gastos e abra os cofres públicos sem esbarrar em restrições da lei eleitoral a três meses do pleito.

O Planalto tem pressa para começar a fazer os pagamentos dos benefícios, dada a proximidade da eleição. Bolsonaro está em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

​Na agenda de indicadores, o volume do setor de serviços no Brasil cresceu 0,9% em maio, na comparação com abril, informou nesta terça o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado ficou acima das estimativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Reuters projetavam avanço de 0,2% na comparação mensal.

Com isso, a prestação de serviços ficou 8,4% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020. Contudo, ainda está 2,8% abaixo do ponto mais alto da série histórica, alcançado em novembro de 2014.

"O afrouxamento das políticas de restrição de mobilidade, em conjunto com o aumento da renda disponível das famílias continuam a impulsionar a demanda por esses serviços no curto prazo", destaca Rodolfo Margato, economista da XP.

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