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Dólar passa por correção e ronda R$ 5,35

Lucas Hirata
·2 minuto de leitura

Investidores acompanham cena externa e avaliam dados econômicos O dólar comercial iniciou o dia com alguma instabilidade, mas tentando corrigir exageros na véspera, quando registrou firme alta a despeito da valorização dos outros emergentes. Às 12h36, o dólar comercial cedia 0,68%, aos R$ 5,3481, depois de tocar R$ 5,3367 na mínima do dia. Vale dizer que o dia é marcado por uma certa cautela nos mercados globais, dada o risco de novas tensões entre Estados Unidos e China. No lado econômico, os investidores avaliam os novos dados de atividade da China, que vieram sem um direção única em um sinal de que a retomada por lá pode ser desigual e errática. O Produto Interno Bruto (PIB) chinês teve crescimento de 3,2% no segundo trimestre, em relação ao mesmo período de 2019, após contração de 6,8% no primeiro trimestre. O resultado superou as projeções no mercado, cuja mediana era de expansão de 2,6%. Por outro lado, as vendas no varejo do país frustraram expectativas, ao registrarem queda de 1,8% em junho. Esses fatores podem acarretar em rodadas de instabilidade no mercado brasileiro ao longo do dia, que já tem sofrido com volatilidade mais acentuada. Operadores têm afirmado que o câmbio local tem sido bastante usado em operações de “hedge” para defesa de carteiras com outros ativos financeiros. Devido à elevada liquidez no Brasil e o cenário de juros baixos, essas operações seria de curtíssimo prazo e assim geram variações mais bruscas nas cotações. Já os juros futuros operam com variações bastante contidas em dia de leilão do Tesouro e evento online com o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Em um dia de poucos indicadores econômicos, o Tesouro realiza leilão tradicional de LTN, LFT e NTN-F. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 era negociada a 2,055% (2,06% no ajuste anterior), enquanto a do DI para janeiro de 2022 oscilava em 3,02% (3,05% no ajuste anterior) e a do DI para janeiro de 2023 marcava 4,13% (4,16% no ajuste anterior). Já a do DI para janeiro de 2025 operava a 5,61% (5,61% no ajuste anterior) e a do DI para janeiro de 2027 estava em 6,43% (6,42% no ajuste anterior). PublicDomainPictures/Pixabay