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Dólar tem queda moderada acompanhando flutuações no exterior

Victor Rezende
·2 minutos de leitura

Riscos fiscais no Brasil, no entanto, continuam no foco dos agentes As oscilações do apetite pelo risco no exterior continuam a comandar o comportamento do mercado de câmbio local nesta quinta-feira. Após uma recaída do otimismo por causa de um dado pior que o esperado do mercado de trabalho nos Estados Unidos, o investidor volta a assumir uma posição mais positiva, olhando a possibilidade de estímulos fiscais nos EUA. No cenário doméstico, investidores digerem os dados melhores que o esperado do varejo em agosto, que reforçam a leitura de uma retomada forte da economia local, enquanto aguardam novas sinalizações sobre o cenário fiscal. Por volta das 15h20, a moeda americana cedia 0,63%, a R$ 5,5911. Mais cedo, a divulgação do número de pedidos iniciais de seguro-desemprego nos Estados Unidos, que somaram 840 mil, abaixo da expectativa de 825 mil, limitou o avanço das divisas emergentes. O movimento, no entanto, foi apenas pontual e o dólar voltou a recuar contra a maior parte das divisas, emergentes ou desenvolvidas. O principal driver dos mercados continua sendo o pacote fiscal nos EUA. Em entrevista à Fox News, o presidente Donald Trump afirmou que as negociações com os democratas “começaram a funcionar” e que agora há, novamente, “boa chance” de que ambos os lados cheguem a um acordo. "A esperança por um pacote de estímulos antes das eleições continua firme, ainda que a leitura do seguro-desemprego tenha limitado a alta dos rendimentos das Treasuries longas", notam analistas do Wells Fargo. No Brasil, destaque para as vendas no varejo, que subiram 3,4% em agosto contra o mês anterior, acima da mediana das expectativas colhidas pelo Valor Data, que apontavam para 3,2%. Segundo o IBGE, os dados mostram que o setor foi do “fundo do poço” ao recorde da série histórica em apenas quatro meses. “A vendas no varejo tiveram sólida recuperação desde abril, ajudadas por um grande aumento das transferências fiscais e pelo relaxamento gradual dos protocolos de distanciamento”, nota o Goldman Sachs. “No entanto, um ambiente ainda bastante complexo para a Covid-19 no país e a provável redução dos estímulos antes do fim do ano podem reduzir ou enfraquecer o ritmo de recuperação.” Ainda que em segundo plano hoje, seguem no radar as discussões sobre o Renda Brasil. "O tempo exíguo para a aprovação no final do ano aumenta a atenção sobre a possibilidade de uma solução emergencial, caso seja frustrada a tentativa de aprová-lo", nota a XP Investimentos em comentário matinal. Pixabay