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Dólar opera acima de R$ 5,30 e Bolsa cai, com cautela externa e dados de inflação

·3 minuto de leitura

RIO — O dólar opera em alta ante o real enquanto a Bolsa cai, refletindo o ambiente mais negativo nos mercados globais nesta sexta-feira. Os investidores seguem monitorando a saga da gigante do setor imobiliário chinês Evergrande e aguardam novas declarações do presidente do Federal Reserve, Banco Central americano, Jerome Powell. No cenário doméstico, as atenções se voltam para a divulgação de dados de inflação elevados.

Por volta de 09h35, a moeda americana era negociada a R$ 5,3493, alta de 0,77%. No mesmo horário, o Ibovespa tinha queda de 0,76%, aos 113.202 pontos.

Na quinta-feira, a Evergrande deveria ter pago US$ 83,5 milhões em juros de um título em dólar a investidores internacionais. Segundo fontes disseram à agência de notícias Reuters, o pagamento não foi realizado.

A empresa tem um período de carência de 30 dias e ficará inadimplente se chegar ao fim desse período sem pagamento.

Na semana que vem, a Evergrande precisa fazer outro pagamento de dívida no montante de US$ 47,5 milhões.

— Após ter dado um alívio, especula-se que alguns credores não receberam pagamento de juros dos títulos e a empresa não se pronunciou sobre o fato. O que traz preocupações e um tom de cautela nos investidores mundo a fora — destaca o analista-chefe da Toro Investimentos, Rafael Panonko.

Maior alta desde o Plano Real

O IPCA-15 de setembro, prévia da inflação para o mês, teve alta de 1,14%, pressionado pelos preços de energia e combustíveis. Este foi o maior resultado para o mês desde o início do Plano Real, em 1994.

No ano, o indicador acumula alta de 7,02%, e nos últimos 12 meses já ultrapassa os dois dígitos, com avanço de 10,05%. Só para se ter uma ideia, o teto da meta de inflação do governo para este ano é de 5,25%.

O índice é importante para o mercado, pois influencia no ritmo de aumento da taxa básica de juros pelo Banco Central (BC). Na quarta-feira, o BC aumentou a Selic em 1 ponto percentual e sinalizou um aumento da mesma magnitude para a próxima reunião.

Hoje, a taxa está em 6,25% após ter começado o ano na mínima histórica de 2%.

Ações

Entre as ações, as ordinárias da Petrobras (PETR3, com direito a voto) cediam 1,12% e as preferenciais (PETR4, sem direito a voto), 0,93%.

As ordinárias da Vale (VALE3) cediam 1,28% e as da Siderúrgica Nacional (CSNA3), 3,09%.

As preferenciais da Usiminas (USIM5) tinham queda de 2,94% e as da Gerdau (GGBR4), de 2,56%.

No setor financeiro, as preferenciais do Itaú (ITUB4) e do Bradesco (BBDC4) cediam 1,15% e 1,21%, respectivamente.

Juros futuros sobem

As taxas de juros futuros também subia, após o dado de inflação alto. Por volta de 10h, a a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 avançava de 7,11% para 7,135% e a do DI para janeiro de 2023 subia de 8,915% para 8,97%.

No caso do contrato para janeiro de 2025, havia alta de 9,95% para 10,05%. O DI para janeiro de 2027 avançava para 10,46% ante os 10,35% da leitura anterior.

Evergrande cai 11%

Na Europa, as bolsas operavam em baixa. Por volta de 09h20, no horário de Brasília, a Bolsa de Londres cedia 0,33% e a de Frankfurt, 0,76%. A Bolsa de Paris tinha queda de 1,02%.

As bolsas asiáticas fecharam com direções contrárias. Os investidores seguem monitorando de perto a situação da gigante do setor imobiliário chinês, Evergrande.

Em Hong Kong, houve queda de 1,30%. As ações empresa chinesa cederam 11,61%.

Na China, houve queda de 0,80 %. Já o índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, subiu 2,06%.

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