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Dólar inverte a tendência e passa a recuar em sessão volátil

*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017: Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017: Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após iniciar a sessão desta terça-feira (31) em alta frente ao real, o dólar inverteu a tendência e passou a operar em baixa, em um dia marcado pela volatilidade no mercado de câmbio por conta da formação da Ptax de fim de mês.

Por volta das 13h10, a moeda americana oscilava em queda de 0,56%, negociada a R$ 4,7270 para venda.

Na Bolsa de Valores, o índice Ibovespa destoava dos pares globais e operava em alta de 0,59%, aos 111.685 pontos, impulsionado pelo desempenho positivo do setor financeiro.

As ações do BB (Banco do Brasil) avançavam 2,41%, enquanto as do Itaú tinham alta de 1,66%. Já os papéis do Bradesco subiam 0,88%, e os do Santander, 1,16%.

As ações da Eletrobras, que na véspera recuaram cerca de 3%, com indefinições sobre o processo de privatização, operavam em alta de 2,12% nesta terça.

Os papéis da Petrobras também contribuíam para o desempenho positivo da Bolsa local, com alta de 1,2% das ações ordinárias, em linha com a alta superior a 1% do petróleo no mercado internacional, com a commodity sendo negociada em torno de US$ 123 o barril do tipo Brent.

Já no mercado global, a cautela prevalece na principais Bolsas dos Estados Unidos e da Europa, com preocupações acerca da pressão inflacionária e do impacto para o ritmo de crescimento da atividade voltando a pesar sobre o humor dos investidores.

Nas Bolsas americanas, o S&P 500 recuava 0,21%, e o Dow Jones operava em baixa de 0,24%. Já o Nasdaq, com maior concentração de ações de tecnologia, marcava leve alta de 0,26%.

Na Europa, a maior aversão ao risco também dá o tom nas Bolsas, com queda de 1,43% do CAC-40, de Paris, e de 1,29% do DAX, de Frankfurt. O FTSE-100, de Londres, tinha leve alta de 0,1%.

Analistas da XP destacam que dados divulgados nesta terça mostraram que a inflação na zona do euro subiu para um recorde em maio, aumentando as apostas de aumentos maiores das taxas de juros pelo Banco Central Europeu (BCE).

A inflação no bloco europeu acelerou para 8,1% em maio, de 7,4% em abril, superando as expectativas de 7,7% à medida que o crescimento dos preços continuou a se ampliar, indicando que não é mais apenas a energia puxando o número.

"Os investidores observarão atentamente qualquer mudança na postura do BCE após sua reunião na próxima semana. Até agora, o banco central sinalizou que iniciará seu ciclo de alta da taxa de juros em julho, com a taxa subindo para 0,25%", apontam os analistas da XP em relatório.

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