Mercado abrirá em 9 h 15 min
  • BOVESPA

    95.368,76
    -4.236,78 (-4,25%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    37.393,71
    -607,60 (-1,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    37,57
    +0,18 (+0,48%)
     
  • OURO

    1.879,00
    -0,20 (-0,01%)
     
  • BTC-USD

    13.251,59
    +34,30 (+0,26%)
     
  • CMC Crypto 200

    262,22
    -10,47 (-3,84%)
     
  • S&P500

    3.271,03
    -119,65 (-3,53%)
     
  • DOW JONES

    26.519,95
    -943,24 (-3,43%)
     
  • FTSE

    5.582,80
    -146,19 (-2,55%)
     
  • HANG SENG

    24.427,87
    -280,93 (-1,14%)
     
  • NIKKEI

    23.251,62
    -166,89 (-0,71%)
     
  • NASDAQ

    11.235,25
    +102,50 (+0,92%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7402
    +0,0058 (+0,09%)
     

Dólar fecha em queda ajudado por ambiente positivo no exterior

·2 minutos de leitura

Otimismo a respeito de novos estímulos fiscais nos Estados Unidos manteve a moeda americana em baixa frente à maior parte dos pares emergentes O ambiente positivo para o apetite por risco no exterior e o noticiário local sem grandes novidades em relação ao cenário fiscal permitiu que o dólar devolvesse parte dos ganhos obtidos nas sessões anteriores. Acompanhando as oscilações de humor lá fora, a moeda americana encerrou em baixa de 0,68%, a R$ 5,5881. Com a queda desta quinta-feira, o dólar interrompe uma sequência de dois pregões de alta no Brasil, período no qual acumulou ganhos de 1,05%. Para Fernando Bergallo, diretor da FB Capital, o ajuste de hoje é natural diante da pressão registrada nos últimos dias. Apesar disso, nota, o fato de que nenhum dos assuntos foi resolvido deve manter o câmbio volátil. “Não me surpreenderia se amanhã voltasse a subir novamente. A volatilidade nem sempre acompanha fatos novos.” O profissional observa ainda que a impressão geral dos agentes é que, apesar da crescente preocupação fiscal, o sentido da moeda é para baixo até o fim do ano. “Não por acaso, não houve revisão no último boletim Focus para o câmbio, que continua em R$ 5,20.” Lá fora, o principal driver dos mercados continua sendo o pacote fiscal nos EUA. Em entrevista à Fox News, o presidente Donald Trump afirmou que as negociações com os democratas “começaram a funcionar” e que agora há, novamente, “boa chance” de ambos os lados cheguem a um acordo. "A esperança por um pacote de estímulos antes das eleições continua firme, ainda que a leitura pior que o esperado do seguro-desemprego tenha limitado a alta dos rendimentos das Treasuries longas", notam analistas do Wells Fargo. Internamente, destaque para as vendas no varejo, que subiram 3,4% em agosto contra o mês anterior, acima da mediana das expectativas colhidas pelo Valor Data, que apontavam para 3,2%. Segundo o IBGE, os dados mostram que o setor foi do “fundo do poço” ao ao recorde da série histórica em apenas quatro meses. “A vendas no varejo tiveram sólida recuperação desde abril, ajudadas por um grande aumento das transferências fiscais e pelo relaxamento gradual dos protocolos de distanciamento”, nota o Goldman Sachs. “No entanto, um ambiente ainda bastante complexo para a Covid-19 no país e a provável redução dos estímulos antes do fim do ano podem reduzir ou enfraquecer o ritmo de recuperação.” Daniel Acker/Bloomberg