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Dólar fecha em leve baixa com dado positivo sobre crédito

·2 minuto de leitura

Moeda americana encerrou em baixa de 0,28%, a R$ 5,6151, perto das mínimas do dia O ambiente mais avesso ao risco no exterior acabou ofuscado por um dado positivo do mercado de crédito local nesta segunda-feira. Como resultado, o dólar comercial encerrou em leve baixa no Brasil, contrariando o movimento mais amplo dos pare emergentes lá fora. No encerramento do dia, a moeda americana foi negociada em baixa de 0,28%, a R$ 5,6151, após passar a maior parte do pregão oscilando perto da estabilidade. No exterior, as demais moedas emergentes se desvalorizava. No horário acima, o dólar subia 0,38% ante o peso mexicano. 0,05% na comparação com o rand sul-africano, mas caía 0,06% frente ao peso chileno. Lá fora, o tom defensivo é apoiado pelo impasse nas negociações sobre o pacote fiscal nos Estados Unidos e as notícias sobre uma possível segunda onda de covid-19 no hemisfério Norte. A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para a piora da pandemia em países daquela região. Nos EUA, o número de casos diários segue próximo dos 60 mil, nível não visto desde julho. Na Europa, Espanha e Itália e Irlanda voltaram a reintroduzir medidas de distanciamento social. “O quadro global da covid-19 volta a piorar. Investidores também podem se retrair com a proximidade das eleições americanas. Com pouca ou nenhuma perspectiva de um pacote fiscal antes da eleição, acreditamos que os mercados podem se inclinar a ficar de lado neste momento”, diz o TD Securities em comentário matinal. Internamente, no entanto, houve algum reflexo positivo da Nota de crédito divulgada pelo Banco Central, que mostrou um crescimento de 1,9% do estoque em setembro. As concessões também cresceram 6,5% no período, ao passo que o juro médio e a inadimplência caíram. "O dado de crédito veio melhor que o esperado, sugerindo que economia está de fato se recuperando mais rapidamente que o esperado e também do que temos visto em outras economias latino-americanas", diz Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Muzuho no Brasil. "Com um noticiário político fraco, acredito que este dado possa ter dado alguma contribuição para o câmbio hoje. Ainda assim, o viés do dólar continua sendo de alta, dado o ambiente no exterior." O real continua como a pior divisa entre as principais emergentes no ano - no ano, o dólar sobe 40,03% no Brasil. Por outro lado, a interdição do debate sobre o Renda Cidadã até o fim das eleições e as surpresas positivas dos indicadores econômicos torna o ambiente para a moeda mais positivo. Dados do Morgan Stanley mostram que, pela segunda semana consecutiva, a posição dos investidores sobre o real se manteve inalterada e praticamente neutra, o que indica que as apostas contra e a favor da moeda brasileira se equivalem no momento. Tomohiro Ohsumi/Bloomberg