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Dólar fecha em alta com exterior, mas longe das máximas do dia

Marcelo Osakabe
·2 minutos de leitura

No fim dos negócios, a moeda americana era negociada em alta de 0,38%, a R$ 5,3989, após tocar R$ 5,4974 na máxima intradiária O forte nervosismo que comandou os mercados internacionais na primeira metade do pregão desta segunda-feira foi, pouco a pouco, cedendo e abrindo espaço para uma devolução dos prêmios de risco no mercado de câmbio. No Brasil, em dia de noticiário local esvaziado, este movimento ajudou a moeda americana a encerrar com alta apenas moderada, após chegar a subir cerca de 2% nas primeiras horas de negociação. No fim dos negócios, a moeda americana era negociada em alta de 0,38%, a R$ 5,3989, após tocar R$ 5,4974 na máxima intradiária. Outros pares emergentes viveram o mesmo movimento. Contra o peso mexicano, a alta do dólar passou de 1,73% para 1,06% Contra o rand sul-africano, caiu de 3,16% para 2,80%. Desde o início do dia, uma combinação de fatores contribuiu para manter investidores na defensiva. Além do ressurgimento da Covid-19 na Europa e as denúncias sobre o setor bancário, que teria movimentado US$ 2 trilhões em recursos ilícitos do sistema financeiro dos EUA ao longo das últimas duas décadas, houve também preocupação com a morte da juíza da Suprema Corte dos EUA, Ruth Bader Ginsburg, que pode desencadear uma queda de braço sobre sua sucessão em pleno período eleitoral. A disputa, temem analistas, torna mais incertas as perspectivas de um acordo sobre uma nova rodada de estímulo fiscal para sustentar a economia dos EUA. Sem novos desenvolvimentos lá fora, no entanto, o temor foi cedendo ao longo da sessão. Internamente, o principal evento do dia, a apresentação do texto da PEC do Pacto Federativo pelo seu relator, senador Márcio Bittar (MDB-AC), acabou não ocorrendo antes do fechamento dos mercados. Há expectativa sobre como o parlamentar vai tratar da proposta de criação do benefício social que irá substituir o “defunto” Renda Brasil - proposta que foi chancelada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro na semana passada. Mais importante, qual seria o seu tamanho e de onde sairiam os recursos para sua implementação. O tombo do sentimento de risco global pega no contrapé um mercado de câmbio que continuava a se ajustar em direção a um dólar mais fraco. Segundo o IGN, dados da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) mostram que, pela primeira vez desde 2013, a posição técnica de nove das dez moedas do chamado G10, grupo das divisas de países desenvolvidos, mostrava investidores vendidos na moeda americana. Por outro lado, ponderam, "embora isto normalmente ressalte um risco desproporcional de um 'short squeeze' (evento em que investidores correm para cobrir perdas em suas posições) no euro, este será limitado pela atual combinação extraordinária de fatores negativos para o dólar. Daniel Acker/Bloomberg