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Dólar avança ante real por incertezas sobre PEC dos Precatórios; dados dos EUA entram no radar

·2 min de leitura
Funcionário do banco Korea Exchange Bank conta notas de cem dólares na sede da instituição em Seul

Por Luana Maria Benedito

SÃO PAULO (Reuters) -O dólar avançou frente ao real nesta segunda-feira, embora tenha fechado o pregão longe das máximas do dia, com investidores dividindo atenções entre as incertezas em torno da PEC dos Precatórios e a agenda de indicadores econômicos norte-americanos desta semana.

O dólar à vista teve alta de 0,35%, a 5,5417 reais na venda, depois de oscilar entre 5,5981 na máxima (+1,37%) e 5,5335 na mínima do dia (+0,20%).

Na B3, onde os negócios continuam depois das 17h (de Brasília), o dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,09%, a 5,5650 reais.

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na sexta-feira suspender a execução orçamentária das emendas de relator, instrumento de distribuição de recursos conhecido como "orçamento secreto" diante da dificuldade de rastrear os beneficiários dos repasses.

A decisão de Weber é vista por participantes do mercado como um atraso às negociações para a votação na terça-feira do segundo turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera as regras de pagamento dos precatórios. A proposta é encarada como prioritária pelo governo por permitir a abertura de espaço fiscal para financiamento do Auxílio Brasil no valor mínimo de 400 reais por família no ano eleitoral de 2022.

Após o fechamento dos mercados nesta segunda-feira, o presidente da Câmara, Arthur Lira, pediu que o STF revogue a decisão de Weber. O plenário do Supremo Tribunal Federal irá avaliar a medida da ministra em sessão extraordinária virtual entre terça e quarta-feira.

"No mercado local, as incertezas sobre a evolução da PEC dos precatórios seguem pesando sobre a maioria dos ativos", escreveram analistas do Bradesco em nota desta segunda-feira.

Além do noticiário doméstico, o banco chamou a atenção para a agenda internacional de dados econômicos, com a divulgação nesta semana de dados de inflação norte-americanos.

A leitura virá após o anúncio do Federal Reserve, feito na semana passada, de que vai começar a reduzir suas compras mensais de títulos, embora siga mostrando paciência em relação a aumentos de juros. A manutenção de custos de empréstimos baixos nos Estados Unidos é vista por especialistas como favorável a moedas de mercados emergentes.

"Enquanto a mensagem enviada pelo Fed na semana passada ainda foi de paciência com relação à alta de juros, as pressões de salários tornam os dados de inflação desta semana ainda mais importantes", disse o Bradesco.

Nesta tarde, o índice do dólar contra uma cesta de moedas fortes tinha queda de 0,15%, a 94,089. Participantes do mercado citaram a fraqueza da moeda norte-americana no exterior como fator que ajudou o dólar a encerrar a segunda-feira longe das máximas do dia frente ao real.

(Edição de Isabel Versiani)

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