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Dólar estaciona à espera de sinais sobre juros nos EUA

***FOTO DE ARQUIVO*** São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar comercial fechou estável nesta quinta-feira (25), em um dia de trégua na corrida pela divisa americana no exterior. Investidores adotaram a cautela na véspera do pronunciamento do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) no simpósio de Jackson Hole. A moeda terminou cotada a R$ 5,1090, com variação negativa de 0,01%.

Nesta sexta-feira (26), um eventual discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, favorável a uma rigorosa elevação dos juros poderá estimular uma corrida de investidores rumo ao Tesouro dos Estados Unidos, tornando o dólar mais escasso e caro em países emergentes como o Brasil.

Uma postura oposta, ou seja, apontando para a diminuição da velocidade do aperto ao crédito, tende a favorecer investimentos mais arriscados, como nos mercados de ações e na renda fixa de países em desenvolvimento.

Alex Lima, estrategista-chefe da Guide Investimentos, considera que o presidente do Fed tomará o caminho do meio.

Para Lima, Powell não irá contrariar a linha dos discursos dos membros do Fed nas últimas semanas e apenas repetirá que a batalha contra a inflação não está resolvida, apesar de indicadores recentes mostrarem certa desaceleração da atividade econômica.

"Powell vai reiterar o compromisso com o controle da inflação e nada muito além disso", comentou o estrategista da Guide.

Na Bolsa de Valores brasileira, o índice Ibovespa subiu 0,56%, aos 113.531 pontos, acompanhando o fechamento positivo das principais Bolsas.

No mercado acionário americano, o índice de referência S&P 500 avançou 1,41%. Os indicadores Dow Jones e Nasdaq ganharam 0,98% e 1,67%, respectivamente.

Apesar da elevação acentuada dos índices americanos, o dia não contou com notícias com grande potencial para movimentar o mercado.

Autoridades do Federal Reserve que participaram do simpósio nesta quinta não se comprometeram com o tamanho da alta da taxa de juros que aprovarão em sua reunião de 20 e 21 de setembro.

Em um cenário em que o Fed considere a necessidade continuar subindo a taxa de forma agressiva, analistas estimam uma elevação de 0,75 ponto na taxa em setembro, atualmente na casa de 2,5% ao ano. Esse foi o aumento aplicado nas duas últimas reuniões da autoridade monetária.

Para aqueles que esperam uma postura mais branda, a estimativa é que a taxa suba em 0,50 ponto percentual.

No mercado internacional de petróleo, o preço da matéria-prima bruta recuou após uma sequência de cinco altas em seis sessões. O barril do Brent terminava o dia cotado US$ 99,87 (R$ 511), com queda de 1,33%.