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Dólar entra em standy by à espera de reunião de banqueiros nos EUA

*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017 - Dólar entra em standy by à espera de reunião de banqueiros nos EUA. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017 - Dólar entra em standy by à espera de reunião de banqueiros nos EUA. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar nesta sexta-feira (26) tinha pouca alteração frente ao real com investidores do mundo inteiro à espera de discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, no simpósio de Jackson Hole do banco central norte-americano.

Às 9h04 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,06%, a R$ 5,1081 reais na venda, a caminho de registrar queda semanal.

Na B3, às 9h04 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,10%, a R$ 5,1130 reais.

Na véspera, a moeda norte-americana spot variou 0,01% para cima, a R$ 5,1111 reais.

O Banco Central realizará neste pregão leilão de até 15 mil contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 3 de outubro de 2022.

Nesta quinta-feira (25), o dólar ficou estável em um dia de trégua na corrida pela divisa americana no exterior. Investidores adotaram a cautela na véspera do pronunciamento do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) no simpósio de Jackson Hole.

Na Bolsa de Valores brasileira, o índice Ibovespa subiu 0,56%, aos 113.531 pontos, acompanhando o fechamento positivo das principais Bolsas.

No mercado acionário americano, o índice de referência S&P 500 avançou 1,41%. Os indicadores Dow Jones e Nasdaq ganharam 0,98% e 1,67%, respectivamente.

Apesar da elevação acentuada dos índices americanos, o dia não contou com notícias com grande potencial para movimentar o mercado.

Autoridades do Federal Reserve que participaram do simpósio em Jackson Hole nesta quinta não se comprometeram com o tamanho da alta da taxa de juros que aprovarão em sua reunião de 20 e 21 de setembro.

Em um cenário em que o Fed considere a necessidade continuar subindo a taxa de forma agressiva, analistas estimam uma elevação de 0,75 ponto na taxa em setembro, atualmente na casa de 2,5% ao ano. Esse foi o aumento aplicado nas duas últimas reuniões da autoridade monetária.

Para aqueles que esperam uma postura mais branda, a estimativa é que a taxa suba em 0,50 ponto percentual.

No mercado internacional de petróleo, o preço da matéria-prima bruta recuou após uma sequência de cinco altas em seis sessões. O barril do Brent terminou o dia cotado US$ 99,87 (R$ 511), com queda de 1,33%.