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Dólar encerra em alta de 1,3% cotado a R$ 4,1850

Rafael Lara
Dólar encerra em alta de 1,3% cotado a R$ 4,1850

O dólar encerrou, nesta quarta-feira (15), em alta de 1,3% sendo cotado a R$ 4,1850.

O dólar subiu devido a vários fatores. Entre as notícias do dia, os governos dos Estados Unidos e da China assinaram, nesta quarta-feira (15), a primeira fase do acordo comercial.

Além disso, contribuíram para o resultado desta quarta do dólar:

  • Donald Trump: Pelosi indica deputados para seguir com impeachment;
  • EUA apoiam Brasil para entrada na OCDE no lugar da Argentina;

Guerra comercial

Os governos dos Estados Unidos e da China assinaram, nesta quarta, a primeira fase do acordo comercial. A troca de tarifas entre os dois países, em meio a guerra comercial, acontece desde 2018.

Saiba mais: Guerra comercial: EUA e China assinam primeira fase do acordo

Na fase inicial do acordo para encerrar a guerra comercial, a China prometeu comprar mais de US$ 200 bilhões em produtos dos Estados Unidos em um período de dois anos.

O país asiático deverá comprar US$ 18,5 bilhões adicionais em suprimentos de energia no primeiro ano e US$ 33,9 bilhões no segundo ano. Além disso, Trump salientou que a China irá adquirir US$ 12,8 bilhões em serviços norte-americanos no primeiro ano e US$ 25,1 bilhões no segundo ano.

Impeachment de Trump

A presidente da Câmara dos deputados dos Estados Unidos, a democrata Nancy Pelosi, nomeou sete gerentes de impeachment que irão apresentar o caso da remoção do presidente norte-americano, Donald Trump, do julgamento do Senado.

Saiba mais: Donald Trump: Pelosi indica deputados para seguir com impeachment

O papel dos gerentes será de defender a destituição de Trump do cargo no julgamento de impeachment, que começará na próxima terça (21).

Para representar os democratas da Câmara, Pelosi nomeou os deputados Hakeem Jeffries, Val Demings, Sylvia Garcia e Jason Crow. O presidente da Comissão de Justiça, Jerrold Nadler e o presidente da Comissão de Inteligência, Adam Schiff, também foram nomeados por Pelosi.

OCDE

Os Estados Unidos consideram como prioridade o ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Dessa forma, o País ocupa a vaga que era da Argentina na fila de postulantes a entrar na organização de países ricos.

Saiba mais: EUA apoiam Brasil para entrada na OCDE no lugar da Argentina

Em março do ano passado, o presidente norte-americano, Donald Trump, havia afirmado na presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, que apoiava a entrada do Brasil na OCDE. No entanto, meses depois, uma carta do Secretário de Estado, Mike Pompeo, se tornou pública e no documento dizia que os EUA apoiariam somente os pedidos de acesso da Argentina e da Romênia.

Após a carta ter se tornado pública, Trump se explicou e disse que o apoio à candidatura brasileira continuava mas que ainda o país norte-americano não havia oficialmente alterado sua recomendação.

Última cotação do dólar

Na última sessão, terça-feira (14), o dólar encerrou em queda de 0,266% sendo cotado a R$ 4,1313.