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Dólar emenda 4ª alta e bate máxima em duas semanas em dia arisco no exterior; fiscal doméstico preocupa

·2 min de leitura
Nota de 1 dólar

Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrou a quarta alta consecutiva nesta quinta-feira e fechou em uma máxima em duas semanas, ficando mais perto de 5,60 reais, com investidores demandando a moeda norte-americana num dia negativo para ativos de mercados emergentes e em meio ao contínuo imbróglio fiscal no Brasil.

"No Brasil, na ausência de novidades e com enormes incertezas no cenário, os ativos locais continuam a operar sob pressão", comentou Dan Kawa, diretor de investimentos e sócio da TAG Investimentos.

O foco do mercado no país segue na PEC dos Precatórios, que continua travada no Congresso e cuja demora para aprovação amplia a angústia de investidores temerosos com os rumos da política fiscal em 2022, ano de uma eleição que novamente pode se mostrar polarizada, o que no entendimento de agentes financeiros dá abertura a discursos considerados populistas.

O dólar interbancário subiu 0,78%, a 5,5697 reais. Na máxima, foi a 5,578 reais, alta de 0,93%.

O patamar de fechamento da moeda nesta quinta é o mais alto desde a taxa de 5,6085 reais do último dia 4.

Em quatro sessões, o ganho acumulado é de 3,08%. O dólar não subia por quatro pregões seguidos desde as também quatro altas entre 4 e 7 de outubro.

O exterior também exerceu forte pressão de alta sobre o dólar no mercado brasileiro. A moeda norte-americana tinha alta expressiva contra a vasta maioria dos principais pares emergentes do real, com destaque para o salto de 3,5% ante a lira turca, que está em queda livre em meio à total perda de credibilidade do banco central local.

Um índice de moedas emergentes caía 0,5% nesta quinta, em baixa pela quinta sessão consecutiva e para o menor patamar desde maio do ano passado.

O real pode enfrentar obstáculo extra do lado da conta corrente, para a qual analistas do Citi preveem déficit maior em outubro, conforme a balança comercial sentiu o baque da queda dos preços do minério de ferro e do menor ritmo da economia mundial.

Os dados do setor externo serão divulgados na próxima semana pelo Banco Central, e o Citi calcula que o déficit em transações correntes tenha aumentado em 12 meses para 1,5% do PIB, ante 1,3% no período até setembro.

Os números do balanço de pagamentos refletem o saldo completo de entradas e saídas de dólares do país, enquanto os dados de fluxo cambial divulgados semanalmente pelo BC traçam um quadro parcial dessa conta.

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