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Dólar e ouro sobem em dia de dados de inflação dos EUA

·2 min de leitura

Os preços ao consumidor nos EUA aceleraram em outubro, com maior pressão dos alimentos e combustíveis.

O índice de preços ao consumidor (IPC) saltou 0,9% no mês passado, depois de subir 0,4% em setembro. Com esse aumento dos preços em outubro, a taxa anual do IPC ficou em 6,2%. 

Com o receio de que isso possa impactar nas decisões do Federal Reserve (Fed) sobre os juros, muitos investidores têm buscado ativos mais seguros e líquidos, como o dólar e o ouro.

Até o momento, às 16h38, o Dollar Index (DXY) subia 0,89%, chegando a 94,80 pontos.

O Dollar Index é um indicador que compara a moeda norte americana com uma cesta de moedas. Mais especificamente o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suíça).

O dólar também sobe em relação ao real, com a cotação da moeda norte-americana chegando a R$ 5,50, com variação de 0,40%.

Já o ouro avançava 0,92% no mesmo horário, cotado a US$ 1.849,05 a onça.

Política monetária do Fed

A disparada da inflação no mês de outubro foi o maior aumento de preços ano a ano desde novembro de 1990.

As pressões inflacionárias também estão se formando no mercado de trabalho, onde uma aguda escassez de trabalhadores está elevando os salários. 

O número de americanos entrando com pedidos de seguro-desemprego caiu para o mínimo de 20 meses na semana passada, mostraram outros dados na quarta-feira.

Os sinais de que a inflação poderá permanecer desconfortavelmente alta até 2022, em meio a cadeias de suprimentos globais confusas, acendem o alerta sobre o futuro da política monetária implementada pelo Fed.

Recentemente, o banco central dos EUA começou a reduzir a quantidade de dinheiro que injetado na economia por meio da compra mensal de títulos (o chamado quantitative easing).

Dessa forma, os economistas esperam que o Fed comece a aumentar as taxas de juros no final de 2022.

Efeitos no Ouro

Entretanto, mesmo diante do receio com a inflação global, os bancos centrais vêm garantindo a manutenção dos juros baixos. 

Para o Federal Reserve, a inflação atual é transitória.

Segundo Craig Erlam, analista de mercado sênior da OANDA, isso é suficiente para sustentar o preço do ouro em seu maior nível em dois meses.

Isso porque o metal precioso se beneficia de taxas baixas, pois reduzem o custo de oportunidade de manter ouro, que não rende juros.

“O ouro está se beneficiando da perspectiva de os bancos centrais reagirem contra as expectativas do mercado (por um aumento das taxas), mas a inflação mais alta torna esse trabalho muito mais difícil”, disse Erlam.

This article was originally posted on FX Empire

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