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Dólar comercial tem alta moderada em dia mais tranquilo no exterior

Marcelo Osakabe
·2 minuto de leitura

Investidores monitoram também novo dia de leilão de títulos públicos do Tesouro O real volta a andar na contramão da maior parte das divisas nesta terça-feira. No entanto, ao contrário de ontem, a moeda brasileira se desvaloriza na sessão, ao passo que o dia é de alívio lá fora para a maior parte dos pares emergentes. Por volta das 13h10, a moeda americana operava em alta de 0,67% no Brasil, a R$ 5,6527. Lá fora, apenas outras 5 das 33 principais divisas do mundo cede terreno contra o dólar nesta terça. No horário acima, a moeda americana caía 0,18% frente ao peso mexicano e 0,55% na comparação com o rand sul-africano, mas subia 0,70% ante o rublo russo. Se ontem o que dominou as negociações foi o receio de uma segunda onda da covid-19 no Hemisfério Norte, hoje volta ao foco as eleições americanas. Por outro lado, um dado pior que o esperado da confiança do consumidor nos EUA fez a moeda americana desacelerar as perdas no final da manhã. No horário acima, o índice DXY da ICE cedia 0,25%, a 92,81 pontos. “O dólar começa a ganhar aceleração [no Brasil]. A moeda tem sido negociada com facilidade acima de R$ 5,60. Pelo nosso modelo, eventualmente pode bater a faixa de R$ 5,70 em meio à eleição americana, aumento dos casos da covid sobretudo na Europa e indefinição fiscal. Por mais que o real sofra desvalorização relativa frente a algumas moedas emergentes (como México e África do Sul), não há “garantia” que o prêmio não possa abrir ainda mais”, diz o diretor da WIA Investimentos, José Faria Junior. Internamente, com o noticiário político ainda em banho-maria por causa das eleições municipais, investidores se preparam para a decisão de juros do Copom, amanhã. Embora exista consenso por uma manutenção de juros, existe expectativa sobre qual será a posição do comitê sobre o forward guidance, em especial após as surpresas com a inflação das últimas semanas. Para o TD Securities, a decisão do Copom de amanhã deve ser neutra para o câmbio doméstico. “O risco de verdade para o real é uma espiral negativa do risco fiscal que, em último caso, obrigaria o Banco Central a agir na ponta curta dos juros para estabilizar a moeda. Embora acreditemos que o mercado de câmbio precifique um evento do tipo, o mercado de juros parece fazê-lo em alguma medida”, diz o banco canadense em relatório. Andrew Harrer/Bloomberg