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Dólar dispara nesta sexta-feira, mas será que continuará subindo?

·2 minuto de leitura

O dólar futuro vinha sinalizando que iria dar continuidade a tendência de baixa. Conforme pode ser observado no gráfico abaixo, a retração de 38,2% do grande movimento de baixa que o ativo fez entre março e junho deste ano, foi testada por diversas vezes, mas o preço não conseguiu permanecer acima da mesma de forma consistente. Em meados de agosto o preço superou a resistência, mas logo voltou abaixo da mesma, dando a entender que o ativo poderia voltar a buscar o fundo deixado no final de junho.

Nas últimas duas semanas, no entanto, o dólar fez movimentos pequenos durante o dia, fazendo com que o gráfico diário formasse barras pequenas e com muitas sombras. Nesta semana, em específico, conforme pode ser observado no gráfico horário, durante os quatro primeiros dias o ativo ficou trabalhando em um canal de apenas 40 pontos, sem conseguir romper a retração de 38,2% do gráfico diário.

Porém hoje, o ativo abriu abaixo do fechamento de ontem, mas vem subindo em linha reta e já rompeu o topo anterior. Com esse movimento, no gráfico diário, o ativo está acionando um pivô de alta de pré-rompimento da média móvel de 200 períodos.

E daqui para frente?

Se na próxima semana o dólar continuar acima da média móvel de 200 períodos no gráfico diário, o mais provável é que o ativo continue trabalhando dentro das retrações de Fibonacci entre os preços de R$5,27 e R$5,50.

Para que o dólar dê início a uma tendência de baixa, será preciso que venha abaixo da média de 200 e se aproxime do fundo deixado nesta semana, na faixa dos R$5,18, faça então o retorno à média, sem conseguir fechar acima da mesma, e na sequência, venha abaixo do fundo deixado, acionando assim um pivô de baixa.

Do contrário, não será esperado observar o dólar abaixo dos R$5,20 nos próximos dias. Mas essa hipótese só será válida se hoje o preço fechar acima do topo anterior, ou seja, acima de R$5,35.

E se for para cima?

Apesar de todas as incertezas políticas, não está claro que a tendência primária de baixa irá ser invertida. Desde que o Banco Central começou a elevar a taxa básica de juros, a Selic, foi notado que a força compradora está temerosa quanto a elevar muito o preço do ativo, de modo que sempre após movimentos de alta, são realizadas correções, onde os investidores realizam lucros, visto que não consideram que o ativo poderá subir muito mais.

Por esse motivo, dificilmente o dólar ultrapassará a marca dos R$5,50 de modo consistente, o que faria o mesmo ter como alvo chegar ao topo histórico, que está próximo aos R$6,00.

This article was originally posted on FX Empire

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