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Dólar despenca de R$ 5,50 para R$ 5,32

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar teve forte queda de 3,28% nesta terça (12), para R$ 5,3220, amparado na fraqueza da moeda no exterior e por realização de lucros por parte dos investidores, depois de a divisa ter subido 6% nas primeiras sessões do ano. Na véspera, a cotação do dólar saltara 1,60%, para R$ 5,5033, o maior nível desde 5 de novembro. Com a desvalorização desta terça, a alta acumulada em 2021 caiu para 2,6%. Falas do diretor do Banco Central, Bruno Serra, também ficaram no radar dos investidores. Uma das discussões no mercado doméstico é se o Banco Central poderia ser forçado a antecipar a normalização da política monetária, cujo início está previsto atualmente para agosto. Na avaliação do mercado, parte da pressão sobre o real desde o ano passado decorre do baixo nível de juros, com a Selic na mínima histórica de 2% deixando a moeda brasileira como opção barata para hedge (proteção) ou mesmo como fonte de financiamento. O real liderou os ganhos entre as principais moedas emergentes e era seguido por outras divisas consideradas de risco, como rublo russo (+1,46%) e rand sul-africano (+1,16%). No mercado acionário, o fluxo externo voltou a prevalecer na Bolsa, que encerrou o pregão com alta de 0,60%, aos 123.998 pontos.