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Dólar despenca para níveis de 2018 enquanto empresas compram Bitcoin

·2 minuto de leitura

O dólar americano (USD) caiu a seu nível mais baixo desde abril de 2018 e seu índice de força, o DXY, registra um movimento decrescente.

Segundo dados do TradingView, o índice da moeda americana (DXY) caiu para abaixo de 90, depois de uma máxima registrada em março de 2020.

Fonte: <a href="https://es.tradingview.com/symbols/TVC-DXY/" rel="nofollow noopener" target="_blank" data-ylk="slk:TradingView" class="link rapid-noclick-resp">TradingView</a>

Ao mesmo tempo, US$ 1 hoje equivale a 6,4 yuan (CNY), uma queda significativa após o câmbio de CNY 7,2 em março de 2020. Desta forma, fica evidente que o dólar americano está perdendo valor em relação às principais moedas fiduciárias do mundo.

Fonte: <a href="https://es.tradingview.com/symbols/USDCNY/" rel="nofollow noopener" target="_blank" data-ylk="slk:TradingView" class="link rapid-noclick-resp">TradingView</a>

Uma das causas principais da queda é atribuída ao déficit interno de US$ 1,9 bilhões. Segundo um acordo assinado pela Secretaria de Responsabilidade Orçamentária do Congresso dos EUA:

“O déficit orçamentário federal foi de US$ 1,9 trilhões de dólares nos primeiros esete meses do ano fiscal de 2021, (…) US$ 449 bilhões a mais que o déficit registrado durante o mesmo período de 2020.”

Esta última crifra é maior que a registrada em todo o ano de 2019, cujo déficit foi de US$ 531 bilhões. O montante já havia se quadruplicado em 2020 e, agora, avançou mais quatro vezes em 2021.

Também é importante assinalar que as taxas de juros estão perto de zero, o que leva a uma maior impressão de dinheiro e, com isso, maior desvalorização da moeda. O dólar também desvalorizou 82 centavos frente ao euro.

Criptomoedas como alternativa

Levando em conta este cenário, que combina a queda do valor do dólar americano com a pandemia e a crise econômica mundial, grandes empresas e pequenos investidores estão se voltando para as criptomoedas. Grandes empresas encontraram nas moedas digitais, especialmente no Bitcoin (BTC), uma forte utilidade como reserva de valor.

A MicroStrategy, por exemplo, comprou mais 229 BTC por US$ 10 milhões. Segundo o balanço financeiro da empresa, sua renda total no primeiro trimestre de 2021 foi de US$ 122,9 milhões, um aumento de 10,3% em relação ao ano anterior.

A divulgação deste valor foi aguardada com impaciência pelo mercado financeiro, que queria saber o quão bem sucedida foi a estratégia da empresa em relação ao Bitcoin.

Por outro lado, o Mercado Livre revelou a aquisição de US$ 7,8 milhões em BTC nos seus resultados do primeiro trimestre de 2021. Esta foi a primeira vez em que a empresa incorporou a criptomoeda ao caixa.

Ao mesmo tempo, ela se posicionou como a companhia de maior valor de toda a América Latina, com capitalização de US$ 76 bilhões.

Outra empresa vinculada ao mercado de cripto, a Galaxy Digital, também conseguiu resultados positivos recordes no primeiro trimestre, duplicando seus resultados líquidos para US$ 86 milhões.

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