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Dólar começa esta terça em baixa, às vésperas de decisão sobre juros

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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráficos das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa, na Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráficos das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa, na Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar abriu esta terça-feira, primeiro dos dois dias de reunião dos bancos centrais de Brasil e Estados Unidos-- em queda, embora continuasse bem acima da marca de R$ 5, com operadores focados nas decisões de política monetária e seu potencial impacto no mercado de câmbio local e internacional.

Às 9h05 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,46%, a R$ 5,0479 na venda.

Na B3, às 9h05 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,74%, a R$ 5,0920.

A moeda norte-americana fechou a última sessão em alta de 2,58%, a R$ 5,0712 na venda, maior valorização diária desde 22 de abril (+4,07%), que havia sido o salto mais intenso do dólar desde o início da pandemia de Covid-19. A divisa também registrou o maior patamar para encerramento desde 16 de março passado (R$ 5,0917).

Após ter avançado 3,8% em abril, o dólar comercial operou em alta firme frente ao real durante toda a sessão passada, para fechar com ganhos de 2,60% no primeiro pregão de maio, cotado a R$ 5,072 para venda. Foi o maior valor desde 16 de março, quando a divisa encerrou a sessão cotada a R$ 5,092.

Os investidores iniciaram a semana com as atenções voltadas para as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos nesta quarta-feira (4).

Na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central), o mercado espera por uma elevação de 1 ponto percentual para a taxa Selic, a 12,75% ao ano.

No caso do FOMC (Federal Open Market Committee) do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), a expectativa é por uma alta de 0,5 ponto na taxa de juros local, para 1% ao ano.

Na Bolsa brasileira, após fechar o mês de abril em queda de 10,1%, a maior baixa mensal desde março de 2020, o Ibovespa também voltou a operar no campo negativo nesta segunda.

O principal índice acionário do mercado brasileiro registrou desvalorização de 1,15% no primeiro pregão da semana, aos 106.638 pontos.

O aumento das preocupações do mercado acerca da nova onda de Covid-19 na China e dos impactos para o desempenho da economia global também pesaram para o humor dos investidores.

Ações de grandes exportadoras de commodities estão entre as que mais contribuíram para a queda do índice amplo na véspera --as ações ordinárias da Petrobras recuaram 1,8%, enquanto os papéis da Vale cederam 0,4%. Ações das companhias aéreas Azul a e Gol marcaram as maiores perdas do Ibovespa no dia, com baixas de 7,2% e 6%, respectivamente.

Mercado internacional Na cena global, a perspectiva de um aperto monetário mais agressivo nos mercados desenvolvidos para enfrentar a persistente pressão inflacionária na região foi o que mais pesou para as ações nos Estados Unidos no mês passado --as ações do índice Nasdaq, em que há maior concentração de empresas de tecnologia, tiveram um tombo de 13,3%, o maior de outubro de 2008.

"O aumento nos juros tem como objetivo o controle da inflação, mas traz pressão de curto prazo negativa para as bolsas, principalmente entre ações de tecnologia e de alto crescimento projetado para o futuro, ao elevar a taxa de desconto utilizada nas projeções de crescimento das companhias", diz Paula Zogbi, analista da Rico Investimentos.

Nesta segunda, após a forte queda da sessão passada, os índices americanos experimentaram alguma recuperação. O S&P subiu 0,57% e o Dow Jones avançou 0,26%, enquanto o Nasdaq fechou com alta de 1,63%.

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