Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.941,68
    -160,31 (-0,15%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.599,38
    -908,97 (-1,73%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,83
    -0,72 (-0,84%)
     
  • OURO

    1.836,10
    -6,50 (-0,35%)
     
  • BTC-USD

    35.401,22
    -3.487,32 (-8,97%)
     
  • CMC Crypto 200

    870,86
    +628,18 (+258,85%)
     
  • S&P500

    4.397,94
    -84,79 (-1,89%)
     
  • DOW JONES

    34.265,37
    -450,02 (-1,30%)
     
  • FTSE

    7.494,13
    -90,88 (-1,20%)
     
  • HANG SENG

    24.965,55
    +13,20 (+0,05%)
     
  • NIKKEI

    27.522,26
    -250,67 (-0,90%)
     
  • NASDAQ

    14.411,00
    -430,00 (-2,90%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1900
    +0,0599 (+0,98%)
     

Dólar cai para R$ 5,51 e acumula queda de 2,1% na semana

·1 min de leitura

O dólar caiu pelo quarto dia seguido em meio a um movimento de ajuste global da moeda. A bolsa de valores resistiu à volatilidade no exterior e voltou a subir, tendo o melhor desempenho semanal desde março de 2021.

O dólar comercial fechou esta sexta-feira (14) vendido a R$ 5,513, com recuo de 0,29%. A cotação operou em alta na maior parte do dia, chegando a R$ 5,55 por volta das 11h30, mas inverteu o movimento e recuou perto do fim das negociações.

A divisa fechou a semana com queda de 2,12%. Em 2022, o recuo acumulado chega a 1,09%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela trégua. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 106.928 pontos, com alta de 1,33%. O indicador chegou a operar em baixa durante a manhã, mas passou a subir até encerrar no melhor nível desde 17 de dezembro.

A bolsa resistiu à instabilidade nos mercados norte-americanos, onde as ações de empresas do setor financeiro caíram por causa da queda no lucro em alguns bancos que estão divulgando balanços. No Brasil, porém, prevaleceu a avaliação de que as ações no Ibovespa ficaram baratas demais após as recentes quedas, o que estimulou a compra de papéis por investidores.

Quanto ao dólar, o mercado financeiro global passou a considerar que a expectativa de aumento dos juros pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano), ainda neste semestre está precificada (incorporada) às previsões, retirando a pressão de alta da divisa. Essa tendência confirmou-se após a divulgação dos índices de inflação ao consumidor e ao produtor nos Estados Unidos em dezembro, que ficaram dentro das expectativas.

*Com informações da Reuters

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos