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Dólar cai para R$ 5,2760 e bolsa fecha estável

·3 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019: Cédulas de dólar, moeda oficial americana. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.01.2019: Cédulas de dólar, moeda oficial americana. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar fechou em queda de 0,73%, a R$ 5,2760, nesta quinta-feira (20), devolvendo parte da alta de mais de 1% da véspera.

O Ibovespa fechou com leve alta 0,05%, a 122.700,79 pontos.

Em Nova York, o S&P 500 fechou em alta de 1,06%, o Dow Jones subiu 0,56%. Nasdaq se valorizou 1,77%.

Os índices foram impulsionados pelo menor número de pedidos semanais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos desde o início da recessão causada pela pandemia.

O número de americanos que entraram com novos pedidos caiu ainda mais abaixo de 500 mil na semana passada, sugerindo que o crescimento do emprego acelerou este mês, embora as empresas ainda estejam desesperada por trabalhadores.

Os pedidos iniciais totalizaram 444 mil em dado ajustado sazonalmente na semana encerrada em 15 de maio, contra 478 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta. Foi a leitura mais baixa desde meados de março de 2020.

Economistas consultados pela agência de notícias Reuters projetavam 450 mil pedidos na última semana. As solicitações permanecem bem acima da faixa de 200 mil a 250 mil considerada como consistente com um mercado de trabalho saudável. Elas recuaram de um recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020.

O bitcoin recuperava parte do terreno perdido, ficando próximo de US$ 40 mil um dia após uma brutal liquidação. A retomada da criptomoedas ajudou a renovar o apetite pelo risco. As ações da operadora de plataforma de negociação de criptomoedas Coinbase Global e das mineradoras Riot Blockchain e Marathon Digital Holdings valorizaram-se.

Na Bolsa brasileira, Unidas teve alta de 5,12% e Localiza, de 4,53%, após o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidir aprofundar a análise da fusão das empresas, o que trouxe certo alívio a receios no mercado de que o órgão antitruste recomendasse de primeiro a não aprovação do acordo.

Outro destaque foi a BRF, que subiu 5,18%, ampliando a recuperação em maio. O presidente-executivo da companhia, Lorival Luz, afirmou nesta quinta que a BRF tem buscado oportunidades de crescer localmente no mercado da China, que representa mais de 30% das exportações da empresa para a Ásia.

Já o Banco Inter avançou 3,17%, após fechar parceria como o Banco ABC Brasil para atuar conjuntamente em áreas como estruturação, colocação e distribuição de títulos e valores mobiliários e de fundos de investimentos. O papel do ABC Brasil cedeu 0,24%.

O BTG Pactual valorizou-se 3,16%, tendo no radar notícias de que estaria comprando a Universa, dona da casa de análise Empiricus e da plataforma de investimentos Vitreo.

Por outro lado, Suzano perdeu 4,19%, ampliando a correção de baixa desde a divulgação do resultado mais cedo no mês, com queda em quatro de seis pregões. No setor, Klabin fechou em baixa de 2,39%.

Já as ações preferenciais (mais negociadas) de Eletrobras caíram 3,02%, em meio a movimentos de realização de lucros, após renovar máximas mais cedo, quando chegou a subir 2,55%, na esteira da aprovação na Câmara dos Deputados da MP que abre espaço para a privatização da companhia. O texto segue ao Senado.

A Cielo, que chegou a cair 3,3% após Paulo Caffarelli, renunciar ao cargo de presidente da empresa de meio de pagamentos, fechou em alta de 0,77%. A função que será ocupada por Gustavo Henrique Santos de Sousa, atual vice-presidente de finanças e diretor de relações com investidores.