Mercado abrirá em 3 h 24 min
  • BOVESPA

    95.368,76
    -4.236,78 (-4,25%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    37.393,71
    -607,60 (-1,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    37,15
    -0,24 (-0,64%)
     
  • OURO

    1.879,00
    -0,20 (-0,01%)
     
  • BTC-USD

    13.159,65
    +4,28 (+0,03%)
     
  • CMC Crypto 200

    260,32
    -12,37 (-4,54%)
     
  • S&P500

    3.271,03
    -119,65 (-3,53%)
     
  • DOW JONES

    26.519,95
    -943,24 (-3,43%)
     
  • FTSE

    5.574,82
    -7,98 (-0,14%)
     
  • HANG SENG

    24.586,60
    -122,20 (-0,49%)
     
  • NIKKEI

    23.331,94
    -86,57 (-0,37%)
     
  • NASDAQ

    11.252,50
    +119,75 (+1,08%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7282
    -0,0062 (-0,09%)
     

Dólar opera em baixa alinhado à cena externa

Marcelo Osakabe e Victor Rezende
·2 minutos de leitura

Investidores monitoram ambiente nos EUA rumo às eleições presidenciais e avaliam resultado do IPCA de setembro A expectativa novamente crescente pela aprovação de estímulos fiscais nos Estados Unidos mantém o tom otimista dos mercados internacionais nesta sexta-feira, levando o dólar comercial a se enfraquecer. No Brasil, a moeda americana registra perdas firmes, ainda que em linha com o de pares comparáveis, mesmo diante de um ambiente político doméstico mais propositivo. Pouco depois das 14 horas, o dólar era negociado em baixa de 1,03%, a R$ 5,5308. Analistas do Brown Brothers Harriman observam que o otimismo por novos estímulos nos EUA ocorrem apesar de os sinais vindos de Washington serem pouco firmes. “Nossa opinião é a de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, piscou ao recuar da decisão de deixar as negociações. Agora, a líder democrata, Nancy Pelosi, acredita ter maior poder de barganha e isso pode se traduzir em uma posição mais inflexível no sentido de um pacote maior”, afirmam em relatório a clientes. “Ambos os lados permanecem distantes de um consenso, logo, nós continuamos céticos quanto a um acordo.” No Brasil, investidores digerem o resultado mais alto do que o esperado do IPCA de setembro. O índice de preços acelerou para 0,64% na comparação com agosto, acima da mediana de 0,54% das estimativas colhidas pelo Valor Data. A difusão também cresceu, de 55,2% para 63,4%. Apesar da surpresa, o Goldman Sachs observa que a leitura significativamente abaixo da meta do núcleo do índice de preços e a fraqueza do setor de serviços continua a trazer conforto para as projeções do Banco Central. “O alto e crescente hiato do produto, alto nível de ociosidade no mercado de trabalho e expectativas de inflação abaixo da meta devem ajudar a manter a inflação bem ancorada”, diz o banco americano em nota. Além disso, traz algum alívio a decisão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de priorizar a PEC emergencial. O anúncio, aliás, foi feito em coletiva junto com o ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçando o armistício entre os dois. “Maia parece, de fato, ter abraçado a agenda e ele realmente faz andar. Definir prioridades é importante. Uma PEC é custosa e ainda mais no atual ambiente (eleição prestes a ocorrer), então é preciso focar em apenas uma medida”, diz a Tullett Prebon. Marcello Casal Jr./Agência Brasil