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Dólar cai 1,02% com real atrativo para investidores globais

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**Arquivo**São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)
**Arquivo**São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Expectativas de aperto ao crédito em um cenário de alta da inflação e a valorização de matérias-primas exportadas pelo Brasil ganharam ênfase nas escolhas de investidores globais que buscaram ganhos no mercado doméstico nesta segunda-feira (18), favorecendo uma forte queda do dólar em relação ao real.

A moeda americana caiu 1,02%, a R$ 4,6480. O real ocupou nesta segunda o posto de moeda mais valorizada frente ao dólar nas comparações entre as principais divisas mundiais e também entre as de países emergentes.

Na Bolsa de Valores brasileira, o índice de referência Ibovespa perdeu 0,43%, recuando aos 115.687 pontos. A baixa foi influenciada principalmente pelas quedas de 1,76% da Petrobras e de 1,65% da Vale.

Apesar do dia de valorização das commodities exportadas pelas principais empresas do país, petróleo e minério de ferro, respectivamente, a Bolsa passa por um período de correção, com a reversão do fluxo de estrangeiros, após um primeiro trimestre de forte alta.

"Tivemos uma alta muito substancial em março", afirmou Phil Soares, analista-chefe de ações da Órama Investimentos. No ano, o índice acumula ganhos de 10,4%.

Pairam ainda sobre a Petrobras preocupações quanto à sua autonomia. Na última quarta-feira (13), o governo conseguiu adiar a votação de reforma no estatuto que aumentaria a blindagem da Petrobras contra interferência política.

Analistas da Ativa Investimentos comentaram que a suspensão da votação de pontos que fortaleceriam a governança da companhia contribui para que as ações da companhia sigam negociadas com desconto.

Já o mercado de crédito apresentou ligeiro alívio nesta sessão. As taxas de juros DI (Depósitos Interbancários) para contratos a partir de 2024 recuaram pela primeira vez em nove sessões. Negociados entre bancos, os contratos DI são referência para o setor de crédito e refletem a expectativa do segmento quanto aos juros do país.

O mercado, porém, segue esperando um aperto monetário e a previsão de alta dos juros é um dos principais motivos para a valorização do real. A moeda entrega hoje o quarto melhor retorno de juros frente aos países emergentes, atrás apenas do peso argentino, da lira turca e do rublo russo.

Em revisão de cenário na última quinta (14), a XP Investimentos elevou sua estimativa para os juros básicos do país para este ano em um ponto percentual. A previsão dos analistas da empresa para a Selic passou de 12,75% para 13,75%. A taxa está atualmente em 11,75% ao ano.

Na última segunda-feira (11), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, declarou surpresa com a alta dos preços após a divulgação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ter revelado que a inflação oficial no país acelerou para 1,62% em março, maior alta para o mês em 28 anos.

Elevar juros é uma das ferramentas utilizadas pelo Banco Central para restringir a oferta de crédito e, com isso, tentar desacelerar a inflação.

O preço de referência do petróleo bruto inclinava para o quarto dia consecutivo de alta no início desta noite. O barril do Brent subia 0,80%, cotado a R$ 112,59 (R$ 526,24).

O valor da commodity era pressionado pela queda na produção da Líbia em mais de meio milhão de barris por dia. O país enfrenta uma onda de manifestações políticas.

O campo de produção Sharara, no oeste do país, que pode bombear 300 mil barris por dia, foi fechado depois de manifestantes se reunirem no local exigindo a renúncia do primeiro-ministro Abdul Hamid Dbeibé, noticiou a Bloomberg.

Nos Estados Unidos, os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq caíram 0,11%, 0,02% e 0,14%, nessa ordem.

O rendimento dos títulos do Tesouro americano com vencimento em dez anos, referência para esse tipo de ativo, subia para 2,85% ao ano.

Investidores de Nova York negociam com a perspectiva de que o Fed (Federal Reserve, o banco central americano) realizará fortes aumentos de juros para tentar conter a inflação no país. Essa expectativa resulta na baixa do mercado de ações e valorização da renda fixa.

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