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Dólar avança e Bolsas mundiais caem com temor da inflação

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***ARQUIVO*** São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019 - Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO*** São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019 - Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os principais mercados de ações globais registraram forte baixa nesta sexta-feira (10), após a divulgação de preços ao consumidor nos Estados Unidos e a retomada de restrições para contenção da Covid na China indicarem aos investidores que os juros das principais economias globais continuarão subindo em um esforço para frear a inflação mundial.

Em queda durante toda a sessão, o índice de referência da Bolsa de Valores brasileira, o Ibovespa, cedeu 1,51%, a 105.481 pontos, na sexta baixa seguida. Na semana, o índice teve perdas de 5%.

Já o dólar comercial avançou 1,44%, cotado a R$ 4,9890 na venda, com alta de 4,41% no acumulado da semana.

Entre os destaques negativos do mercado doméstico, as ações ordinárias da Eletrobras desabaram 4,74%, valendo R$ 41,00, um dia após a companhia ter fixado em R$ 42 o preço do papel em uma oferta pública que resultou na sua privatização, movimentando R$ 29,29 bilhões. O valor definido na oferta pública ficou um pouco abaixo da cotação de R$ 43,04 do fechamento na véspera.

O ajuste para baixo, após a fixação inferior à cotação da véspera, e o ambiente negativo para negócios no exterior explicam a queda nesta sexta, segundo Heitor Martins, especialista em renda variável na Nexgen Capital.

Em Nova York, o indicador de referência S&P 500 afundou 2,91%, enquanto o Nasdaq caiu 3,52% e o Dow Jones cedeu 2,73%. Na Europa, as Bolsas de Londres, Paris e Frankfurt mergulharam 2,12%, 2,69% e 3,08%, respectivamente.

"O CPI [índice de preços ao consumidor] de maio nos EUA surpreendeu para cima, acelerando de de 8,3% para 8,6%, acima do mais pessimista dos agentes, cuja projeção era de 8,5%", comentou Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos.

A aceleração nos preços indica ao mercado que o Fed (Federal Reserve, o banco central americano) manterá em curso o ritmo de elevação da taxa de juros no país.

Isso aquece a demanda por títulos do Tesouro dos EUA, provocando a fuga de dólares dos mercados de ações, principalmente nos países emergentes, considerados mais arriscados. A escassez gera a valorização da moeda.

Na China, o centro comercial de Xangai enfrenta uma rodada inesperada de testes em massa de Covid-19 neste fim de semana, após a descoberta de alguns casos na comunidade, apenas 10 dias após a suspensão de um lockdown em toda a cidade que prejudicou as empresas.

A preocupação provoca queda nos preços do minério de ferro. O segmento de commodities, um dos mais importantes do mercado acionário do Brasil, tende a ser largamente prejudicado em caso de desaceleração da atividade econômica na China, que é principal consumidor desses materiais básicos.

Apesar da crise sanitária provocar desvalorização de algumas commodities, as interrupções nas cadeias globais de suprimento durante a pandemia, sobretudo por paralisações da atividade econômica na China, estão no centro da pressão inflacionária que afeta o mundo todo. A situação foi agravada neste ano com a guerra na Ucrânia.

Na véspera, o mercado financeiro mundial já tinha fechado com forte viés negativo e empurrou a Bolsa de Valores brasileira para a quinta queda diária consecutiva.

O indicador de referência da Bolsa brasileira caiu 1,18%, a 107.093 pontos. Desvalorizações de empresas dos setores de mineração, siderurgia e petrolífero puxaram o Ibovespa para baixo. O dólar comercial subiu 0,59%, cotado a R$ 4,9180 na venda.

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