Mercado fechará em 3 h 53 min
  • BOVESPA

    108.739,06
    -2.047,37 (-1,85%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.767,90
    -530,30 (-1,01%)
     
  • PETROLEO CRU

    81,69
    -1,73 (-2,07%)
     
  • OURO

    1.781,30
    -3,60 (-0,20%)
     
  • BTC-USD

    63.792,15
    -3.018,84 (-4,52%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.510,17
    -24,48 (-1,60%)
     
  • S&P500

    4.535,61
    -0,58 (-0,01%)
     
  • DOW JONES

    35.491,73
    -117,61 (-0,33%)
     
  • FTSE

    7.201,43
    -21,67 (-0,30%)
     
  • HANG SENG

    26.017,53
    -118,49 (-0,45%)
     
  • NIKKEI

    28.708,58
    -546,97 (-1,87%)
     
  • NASDAQ

    15.432,50
    +55,00 (+0,36%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5581
    +0,0385 (+0,59%)
     

Dólar aproxima-se de R$ 5,35 com preocupações sobre China

·2 minuto de leitura

As preocupações sobre uma possível crise na economia chinesa e a alta da inflação no Brasil provocaram turbulências no mercado financeiro nesta sexta-feira (24). O dólar aproximou-se de R$ 5,35 e fechou no maior valor em mais de um mês. A bolsa de valores caiu pela primeira vez, após três dias seguidos de alta.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,344, com alta de R$ 0,034 (+0,64%). A cotação operou em alta durante toda a sessão e fechou no maior nível desde 23 de agosto (R$ 5,382). A divisa subiu 1,17% na semana e acumula valorização de 3,32% em setembro e de 2,99% em 2021.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela tensão. O índice Ibovespa, da B3, fechou a sexta-feira aos 113.283 pontos, com recuo de 0,69%. Apesar da baixa de hoje, o indicador subiu 1,65% na semana, tendo a primeira alta semanal após três semanas de perda.

Evergrande

Os mercados financeiros de todo o planeta foram afetados pelas preocupações em torno da falência da incorporadora chinesa Evergrande, que não pagou US$ 83,5 milhões em títulos que venceriam nesta sexta-feira. Os receios de um eventual colapso no mercado imobiliário da China afetam países emergentes, como o Brasil, que exportam commodities (bens primários com cotação internacional) ao país asiático.

No Brasil, a alta da inflação preocupou o mercado. A prévia da inflação oficial, o IPCA-15, divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) subiu 1,14% em setembro e acumula 10,05% em 12 meses. O índice aumenta as pressões para que o Banco Central (BC) acelere a alta da taxa Selic (juros básicos da economia) nas próximas reuniões. Na quarta-feira (22), a Selic foi elevada em 1 ponto percentual, para 6,25% ao ano.

*Com informações da Reuters

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos