Mercado fechará em 3 horas 1 minuto
  • BOVESPA

    109.708,42
    -424,11 (-0,39%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    41.978,57
    -222,02 (-0,53%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,13
    -0,58 (-1,27%)
     
  • OURO

    1.807,80
    +2,30 (+0,13%)
     
  • BTC-USD

    17.034,81
    -944,36 (-5,25%)
     
  • CMC Crypto 200

    330,42
    -40,10 (-10,82%)
     
  • S&P500

    3.629,65
    -5,76 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    29.872,47
    -173,77 (-0,58%)
     
  • FTSE

    6.360,57
    -30,52 (-0,48%)
     
  • HANG SENG

    26.819,45
    +149,70 (+0,56%)
     
  • NIKKEI

    26.537,31
    +240,45 (+0,91%)
     
  • NASDAQ

    12.190,75
    +38,50 (+0,32%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3261
    -0,0116 (-0,18%)
     

Dólar aproxima-se de R$ 5,70 e fecha no maior nível em cinco meses

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*
·2 minuto de leitura

Num dia marcado por tensões políticas no Congresso brasileiro e pela expectativa com as eleições presidenciais nos Estados Unidos, o dólar aproximou-se de R$ 5,70 e fechou no maior valor em cinco meses. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (27) vendido a R$ 5,682, com alta de R$ 0,07 (+1,25%).

A cotação está no nível mais alto desde 20 de março, quando havia fechado em R$ 5,69. O dólar chegou a abrir em baixa, mas reverteu o movimento ainda nos primeiros minutos de negociação e passou a subir. A alta durante a tarde, depois que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, cancelou a sessão de hoje por falta de acordo na Comissão Mista de Orçamento, que podem atrasar a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária de 2021.

Além das tensões internas, o dólar foi pressionado por fatores externos. A proximidade das eleições norte-americanas, daqui a uma semana, aumentou a incerteza nos mercados internacionais em relação a um acordo sobre um novo pacote de estímulos econômicos nos Estados Unidos, que ficou para depois das votações.

A segunda onda de casos de covid-19 na Europa e o aumento do número de novos casos nos Estados Unidos também influenciaram o mercado externo. Com regiões norte-americanas discutindo o endurecimento das restrições sociais e vários países da Europa adotando medidas de toque de recolher, a expectativa de recuperação da economia global está deteriorada.

Bolsa

No mercado de ações, o dia foi marcado por perdas. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça aos 99.618 pontos, com recuo de 1,38%. Pela primeira vez desde 19 de outubro, o indicador encerrou abaixo da marca de 100 mil pontos.

O Ibovespa chegou a operar em alta na primeira meia-hora de negociação, mas caiu no restante da sessão. Depois do cancelamento das sessões na Câmara, o índice passou a operar abaixo dos 100 mil pontos, até encerrar próxima da mínima do dia.

* Com informações da Reuters