Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.575,47
    +348,47 (+0,32%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    41.674,30
    -738,20 (-1,74%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,52
    -0,19 (-0,42%)
     
  • OURO

    1.783,10
    -22,40 (-1,24%)
     
  • BTC-USD

    18.109,53
    +341,48 (+1,92%)
     
  • CMC Crypto 200

    333,27
    -37,24 (-10,05%)
     
  • S&P500

    3.638,35
    +8,70 (+0,24%)
     
  • DOW JONES

    29.910,37
    +37,87 (+0,13%)
     
  • FTSE

    6.367,58
    +4,65 (+0,07%)
     
  • HANG SENG

    26.894,68
    +75,28 (+0,28%)
     
  • NIKKEI

    26.644,71
    +107,41 (+0,40%)
     
  • NASDAQ

    12.273,25
    +121,00 (+1,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3924
    +0,0525 (+0,83%)
     

Dólar avança, mas real caminha para registrar melhor mês de 2020

Marcelo Osakabe
·2 minuto de leitura

Investidores por todo mundo se mantêm cautelosos diante de novas incertezas sobre o rumo do coronavírus O dólar comercial voltou a acelerar ganhos na tarde desta sexta-feira, em um aparente movimento de realização de lucros que também afeta outras divisas emergentes lá fora. Ajudado pelo noticiário sobre a ressurgência da covid-19 em países com o Japão e o Reino Unido, a moeda americana operava em alta de 1,05% por volta das 15h30, cotada a R$ 5,2130. Apesar do avanço de hoje, que praticamente apaga as perdas registradas na semana, o dólar caminha para registrar a maior queda em um mês de 2020. Se encerrar neste patamar, a moeda americana terá acumulado baixa de 4,20%, a maior desde dezembro do ano passado, quando caiu 5,42%. O dólar encerrou o ano passado cotado a R$ 4,0098. “Mercados estão pesando o noticiário negativo sobre a covid-19 com balanços bastante positivos”, dizem analistas do Brown Brothers Harriman em nota. “A alta dos casos pode levar Hong Kong a adiar as eleições legislativas, ao passo que Tóquio estuda declarar emergência. No Reino Unido, o governo voltou a baixar medidas mais restritivas de circulação em algumas partes do país.” Além das preocupações relativas à pandemia, analistas notam certa realização de lucros após o forte rali do euro, que puxou todas as demais moedas nas últimas semanas. "O euro está fazendo uma pausa para respirar após romper a marca do US$ 1,90 esta madrugada", dizem estrategistas do Wells Fargo. "Esta tem sido uma valorização impressionante e qualquer fraqueza mais ostensiva representa uma oportunidade de compra, em nossa visão." No Brasil, vale notar que a primeira metade do pregão de hoje é marcada pela tradicional disputa pela formação da Ptax de fim de mês, utilizada para regrar contratos de derivativos, diz José Faria Junior, diretor da WIA Investimentos. "O dólar continua tendência de queda por aqui. Vemos um objetivo de curto prazo perto de R$ 4,90, mas não descartamos a possibilidade de o câmbio voltar a estressar, retornando momentaneamente para perto de R$ 5,30", diz o profissional. "Um dos potenciais motivos é a reunião do Copom na próxima semana. Todos esperam corte de juros, mas se o Copom mantiver a porta aberta para novas reduções, será negativo para o real". Pixabay