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Dólar cai, acompanhando exterior e de olho em Brasília

Dólar

(Reuters) - O dólar recuava em relação ao real na abertura desta quarta-feira, após dois pregões seguidos de alta, em linha com movimento no exterior, onde os mercados monitoram as notícias de reabertura da China após a flexibilização de restrições à Covid-19 que tem sido acompanhada de uma preocupante escalada da contaminação e mortes pelo vírus.

Às 10:20 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,32%, a 5,2732 reais na venda.

A moeda norte-americana tinha variação negativa de 0,09% contra uma cesta de moedas.

Hong Kong anunciou nesta quarta que vai acabar com as suas rigorosas medidas de controle da Covid, seguindo assim os passos da China, que já atenuou suas regras nos últimos dias.

A abertura chinesa tem alimentado o otimismo com as perspectivas de crescimento da segunda maior economia do mundo, mas especialistas de saúde internacionais alertam que, com a mudança abrupta na política sanitária do país, a doença está se espalhando sem controle, o que pode impor um risco à atividade econômica.

No Brasil, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para novembro apontaram nesta manhã a criação de 135.495 vagas formais de trabalho, abaixo da expectativa de 168 mil em pesquisa da Reuters com analistas.

Para Rafaela Vitória, economista-chefe do banco Inter, o número "confirma tendência de desaceleração do mercado de trabalho, com a política monetária bastante restritiva".

Ainda nesta sessão, os investidores também vão acompanhar os dados fiscais do governo central para novembro, ao mesmo tempo em que seguem monitorando as negociações em Brasília em torno da formação completa da equipe de ministros do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

Na terça-feira, o deputado Alexandre Padilha, futuro ministro das Relações Institucionais, disse que a senadora Simone Tebet (MDB) deu "sinalização positiva" a convite de Lula para assumir o Ministério do Planejamento, mas ainda não houve um anúncio oficial de sua nomeação.

De perfil moderado, o nome de Tebet tende a agradar ao mercado, que recebeu com certa desconfiança a indicação do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, para ministro da Fazenda, em meio a preocupações com a saúde fiscal do país.

(Por Isabel Versiani)