Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.953,90
    +411,95 (+0,42%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.743,15
    +218,70 (+0,46%)
     
  • PETROLEO CRU

    108,46
    +2,70 (+2,55%)
     
  • OURO

    1.812,90
    +5,60 (+0,31%)
     
  • BTC-USD

    19.283,72
    -187,74 (-0,96%)
     
  • CMC Crypto 200

    420,84
    +0,70 (+0,17%)
     
  • S&P500

    3.825,33
    +39,95 (+1,06%)
     
  • DOW JONES

    31.097,26
    +321,83 (+1,05%)
     
  • FTSE

    7.168,65
    -0,63 (-0,01%)
     
  • HANG SENG

    21.859,79
    -137,10 (-0,62%)
     
  • NIKKEI

    25.935,62
    -457,42 (-1,73%)
     
  • NASDAQ

    11.610,50
    +81,00 (+0,70%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5587
    +0,0531 (+0,96%)
     

Dólar oscila com instabilidade externa; moeda bate R$5,105 na máxima

Notas de 100 dólares

SÃO PAULO (Reuters) -O dólar abandonou a alta de mais cedo e chegou a cair nesta segunda-feira, antes de se estabilizar em torno dos patamares do último fechamento, com investidores replicando a volatilidade externa em meio a nova abertura negativa nas bolsas de valores em Nova York e falta de direção comum nos mercados globais de moedas.

Às 10:53 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,08%, a 5,0617 reais na venda. A cotação variou de 5,105 reais (+0,93%) a 5,0363 reais (-0,43%).

Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,06%, a 5,0850 reais.

Lá fora, o dólar se mantinha próximo de máximas em 20 anos contra uma cesta de moedas, mas já se afastou dos picos do dia em relação a duas divisas consideradas "proxies" para sentimento de risco: dólar australiano e iuan chinês.

A China, voraz consumidora de commodities e maior destino das exportações brasileiras, voltou a trazer más notícias. As atividades de varejo e industrial no país caíram acentuadamente em abril, com os extensos bloqueios contra a Covid-19 confinando trabalhadores e consumidores em suas casas.

Dados fracos no país são vistos como sinal de menor dinamismo econômico em todo o mundo, o que eleva os já presentes riscos de recessão global ou mesmo estagflação --cenário em que o dólar se fortalece.

"Um dólar forte, um Fed 'hawkish' (duro na política monetária) e riscos globais de estagflação, bem como piora nos termos de troca e riscos fiscais persistentes, manteriam o real mais fraco", disseram em relatório estrategistas do Société Générale.

Eles ponderam, contudo, que o Banco Central deve continuar a elevar os juros, deixando a taxa em 13,75% (está em 12,75%), o que deve oferecer "algum suporte" ao real.

"O real provavelmente será negociado lateralmente (intervalo de 5,03 reais a 5,30 reais)", finalizaram.

(Por José de Castro)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos