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Dívida pública permanece estável em 82,9% do PIB em outubro

·2 min de leitura

BRASÍLIA — A dívida pública permaneceu em 82,9% em outubro, mesmo patamar em que estava em setembro, de acordo com o número divulgado pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira.

A estabilidade acontece depois do índice cair seguidamente desde que atingiu o pico histórico de 89,4% em fevereiro devido aos gastos com a pandemia. Em abril, a relação dívida/PIB já estava em 85,3%, caiu para 83,2% em junho e para 82,7% em agosto. Em setembro, houve a alta para 82,9% que se repetiu no último mês.

Parte da dívida pública é indexada à Selic, que era 2% no início do ano, chegou a 7,75% e deve terminar 2021 em 9,25%. Com isso, ela fica mais cara. Já a alta do dólar afeta a parte da dívida que é em moeda estrangeira.

O indicador é acompanhado de perto pelo mercado porque mede a capacidade do país de pagar suas dívidas. O número engloba o resultado do governo federal, o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e os governos estaduais e municipais.

Segundo o BC, dois fatores atuaram em sentidos opostos para chegar na estabilidade da dívida. O aumento de juros nominais e a desvalorização cambial contribuíram para um aumento no índice, mas o crescimento do PIB nominal acabou por compensar os efeitos.

Como o PIB é denominador da relação com a dívida, quando ele aumenta, o resultado é queda no indicador.

De acordo com a análise da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado, a redução da dívida durante o ano foi influenciada, principalmente, pelo crescimento do PIB nominal. A atividade deve crescer 4,78% este ano, de acordo com projeções do mercado.

A projeção da instituição é que a dívida fique em 83,3% ao final de 2021 e suba para 84,8% em 2022.

Já o governo está um pouco mais otimista. Em projeção divulgada na segunda-feira pelo Tesouro Nacional, a dívida pública deve ficar em 80,6% do PIB neste ano e tem uma trajetória de queda nos próximos 10 anos, até chegar em 76,6% do PIB em 2030.

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