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Dívida global atinge recorde de US$ 296 trilhões pós-lockdowns

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O nível de endividamento disparou no segundo trimestre, pois consumidores aproveitaram os juros baixos de hipotecas e governos continuaram a fazer emissões pesadas para recuperar as economias atingidas pela pandemia.

O montante da dívida global em circulação aumentou durante os três meses em cerca de US$ 4,8 trilhões, para um recorde de US$ 296 trilhões, de acordo com relatório do Instituto de Finanças Internacionais.

O salto foi liderado por famílias que contraíram US$ 1,5 trilhão em dívidas durante o primeiro semestre, impulsionadas pelos Estados Unidos, China e Brasil, com destaque para consumidores que aproveitaram os juros baixos para a compra de imóveis e aumentaram os gastos após o fim dos lockdowns. Também no período de seis meses, as dívidas pública e corporativa aumentaram em US$ 1,3 trilhão e US$ 1,2 trilhão, respectivamente.

Ao mesmo tempo, o total da dívida em relação ao tamanho da economia global diminuiu pela primeira vez desde o início da pandemia com a retomada do crescimento. A carga total da dívida ficou em cerca de 353% do PIB mundial, uma queda de nove pontos percentuais em relação ao pico durante os primeiros três meses de 2021.

“A recuperação não foi forte o suficiente para levar os indicadores de endividamento abaixo dos níveis pré-pandemia na maioria dos casos”, disse no relatório Emre Tiftik, diretor de pesquisa de sustentabilidade do IFF. Excluindo o setor financeiro, apenas México, Argentina, Dinamarca, Irlanda e Líbano têm uma relação dívida/PIB abaixo do nível pré-pandemia, segundo o relatório.

A dívida de mercados emergentes, excluindo a China, subiu para um recorde, perto de US$ 36 trilhões, impulsionada pelos governos do Brasil, Coreia e Rússia.

A emissão global de títulos e empréstimos sustentáveis deve alcançar US$ 1,2 trilhão em 2021, e já soma US$ 800 bilhões, superando o total de 2020.

“O ritmo de aumento da dívida da China tem sido muito mais acentuado do que em outros países”, disse o IFF. A dívida cresceu em US$ 2,3 trilhões, para US$ 55 trilhões no segundo trimestre, sendo que os segmentos não financeiros responderam por mais de 40% do aumento.

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©2021 Bloomberg L.P.

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