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Dívida bruta do governo geral sobe para 90,6% do PIB, aponta BC

Estevão Taiar e Alex Ribeiro
·3 minuto de leitura

A dívida bruta dos governos no Brasil avançou para R$ 6,533 trilhões em setembro Adriano Machado/Bloomberg A dívida bruta dos governos no Brasil avançou de R$ 6,389 trilhões em agosto para R$ 6,533 trilhões em setembro, segundo dados do Banco Central (BC). Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a dívida variou de 88,8% para 90,6%. Entre os fatores condicionantes, segundo o BC, destacaram-se: emissões líquidas de dívida bruta (aumento de 1,4 ponto percentual); incorporação de juros nominais (aumento de 0,4 ponto percentual); efeito da desvalorização cambial (aumento de 0,2 ponto percentual). Dívida líquida do setor público não financeiro A dívida líquida do setor público não financeiro variou de R$ 4,367 trilhões, ou 60,7% do PIB, em agosto para R$ 4,432 trilhões, ou 61,4% do PIB, em setembro. De acordo com o Banco Central, a dívida líquida sobe 5,8 pontos percentuais do PIB no ano. Como fatores altistas, atuaram o déficit primário (impacto de 8,8 pp.), os juros nominais sobre a dívida (3,5 pp) e a queda nominal do PIB (0,3 pp). Do lado baixista, pesaram o ajuste cambial da dívida externa (6 pp) e outros fatores que impactam a divida externa, como a variação de paridade de moedas (0,8 pp). Os dados levam em conta União, Estados, municípios e empresas estatais, com exceção daquelas dos grupos Petrobras e Eletrobras. Os bancos estatais também não entram na conta, pois as estatísticas se referem ao setor público não financeiro. Custo de carregamento O custo de carregamento da dívida líquida do setor público (DLSP) variou de 8,4% em agosto para 8,7% em setembro, quando medido em 12 meses. Olhando apenas a dívida do governo federal e do Banco Central, que está dentro da DLSP, o custo foi de 9,9%, contra 9,6% em agosto. A taxa implícita capta uma média das taxas de juros incidentes sobre os ativos e os passivos da DLSP. A dívida mobiliária, por exemplo, tem diferentes indexadores, como a Selic e os índices de preços. Elasticidades O BC também atualizou as elasticidades das dívidas líquida e bruta do setor público a seus principais indexadores. Para a dívida líquida, a desvalorização de 1% do câmbio leva a uma diminuição imediata de 0,18 ponto percentual do PIB, ou R$ 12,8 bilhões. Para cada redução de 1 ponto percentual da Selic, mantida por 12 meses, há queda da dívida de 0,5 ponto, ou R$ 36,1 bilhões. Já um aumento de 1 ponto na inflação, mantido por 12 meses, eleva a dívida em 0,14 ponto, ou R$ 10,3 bilhões. No caso da dívida bruta, a desvalorização de 1% do câmbio gera alta imediata de 0,11 ponto, ou R$ 7,7 bilhões. Para cada redução de 1 ponto da Selic, mantida por 12 meses, há uma queda de 0,48 ponto da dívida, ou R$ 34,6 bilhões. Já cada aumento de 1 ponto na inflação, mantido por 12 meses, eleva a dívida em 0,14 ponto, ou R$ 10,3 bilhões.