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Déficit primário neste ano ficará abaixo de R$100 bi, diz Guedes

·2 min de leitura
Notas de 200 reais

BRASÍLIA (Reuters) - O déficit primário do governo ficará abaixo de 100 bilhões de reais este ano, afirmou nesta quinta-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes, pontuando que isso corresponderá a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB).

No boletim Prisma Fiscal divulgado nesta manhã, a expectativa do mercado era de um rombo primário de 111,6 bilhões de reais.

Em evento de aniversário da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, Guedes disse que no ano que vem o resultado primário iria a zero se não fosse a expansão dos gastos públicos para financiar o Auxílio Brasil de 400 reais, conforme determinação do presidente Jair Bolsonaro.

Com isso, prosseguiu Guedes, o déficit primário em 2022 talvez seja de 1% novamente.

"Acho isso socialmente aceitável", afirmou.

Durante o evento, Guedes procurou reiterar os feitos da equipe econômica e a manutenção do compromisso fiscal.

Após o apoio do Planalto e Economia à PEC dos Precatórios, o prêmio de risco associado ao país subiu pela percepção que a proposta, que limita o pagamento anual de precatórios e muda a janela de correção da regra do teto de gastos, representava uma flexibilização da única âncora fiscal efetiva do país.

"Temos que ter serenidade", disse Guedes. "O arcabouço fiscal brasileiro não está sendo derrubado."

O ministro afirmou ainda que o dólar segue em alto patamar em função de brigas e incertezas políticas, mas pontuou que, do ponto de vista de quem investe no país, isso implica margem adicional de ganho.

Ele defendeu que os fundamentos econômicos estão sólidos, citando gatilhos fiscais, marcos regulatórios, Banco Central independente e melhoria do resultado primário.

"Fundamentos estão aí e o dólar está lá em cima ainda por causa da barulheira infernal", disse.

"Não tem problema. Quem entrar agora tem uma margem adicional de ganho. Além do que vai ganhar no projeto em si, está entrando com um dólar favorável", acrescentou o ministro sobre a desvalorização do real.

(Por Marcela Ayres)

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